Irão: Companhias aéreas sul-coreanas suspendem mais de 900 voos com subida do crude
Número poderá aumentar, uma vez que algumas companhias ainda não fecharam os seus calendários de junho.
Número poderá aumentar, uma vez que algumas companhias ainda não fecharam os seus calendários de junho.
O aumento dos preços dos combustíveis, resultante do conflito no Médio Oriente, já afetou vários setores, incluindo o aéreo. As companhias aéreas têm vindo a aumentar os preços dos bilhetes, a fazer cancelamentos e a adiar de voos.
As companhias aéreas japonesas juntaram-se assim a outras da Ásia, um continente fortemente dependente das importações de petróleo da região afetada pelo conflito.
No total, está previsto o cancelamento de 570 voos entre aterragens e descolagens. Outras companhias aéreas do grupo tentarão acomodar passageiros, usando aviões com maior capacidade.
O presidente da NAV refere que dificuldade em disponibilizar horários considerados mais atrativos para as companhias aéreas tem consequências económicas.
As três principais companhias aéreas que operam nesses aeroportos - Emirates, Qatar Airways e Etihad - têm normalmente cerca de 90.000 passageiros por dia.
Governo cubano adotou medidas de racionamento energético e as autoridades já informaram as companhias aéreas internacionais que não há “combustível disponível” para reabastecer os aviões.
Companhias aéreas têm de suspender 15% dos voos no aeroporto Charles de Gaulle até às 20h00 e no aeroporto de Orly até às 23h30.
Face ao recente bloqueio autoimposto pelo regime, que retirou as licenças de operações de várias companhias aéreas europeias.
Anúncio sucede a decisões semelhantes de várias companhias aéreas.
TAP está entre as que viram as respetivas licenças serem revogadas pelo Governo de Nicolás Maduro.
Venezuela proibiu a TAP e outras cinco companhias aéreas de entrarem no país.
Em resposta ao facto de terem cancelado voos após recomendação dos Estados Unidos.
Várias companhias aéreas da Europa e da América, incluindo a TAP, cancelaram voos para aquele país da América Latina.
Ryanair continua a ser uma das companhias aéreas que mais cobra por serviços básicos.
Os portugueses inquiridos pela Euroconsumers apontam falta de transparência às companhias aéreas e mostram-se a favor de padronizar as regras.