Donald Trump poderá vir ter uma moeda comemorativa de ouro com o seu retrato
Em causa está a produção de uma moeda de um dólar em homenagem ao 250º aniversário da independência dos EUA.
Em causa está a produção de uma moeda de um dólar em homenagem ao 250º aniversário da independência dos EUA.
É excelente poder dizer que a UE já aprovou 18 pacotes de sanções e vai a caminho do 19º. Mas não teria sido melhor aprovar, por exemplo, só cinco pacotes muito mais robustos, mais pesados e mais rapidamente do que andar a sancionar às pinguinhas?
Se tiver um bebé pode pagar mais por termómetros e fraldas. Marcar um voo a partir de um bairro chique ou comprar uma televisão perto da loja também pode sair caro.
O ano de 2025 tem sido exigente para a Europa ao nível interno e externo e, mesmo com as baterias carregadas pelo tempo estival, será difícil esconder as dificuldades: apesar das aparências, tem havido mais desunião que união e, sem ela, o nosso futuro coletivo não será muito promissor.
Comissão Europeia notificou a Shein sobre um conjunto de práticas abusivas, que violam o direito da UE. Retalhista chinesa tem um mês para dar resposta às questões levantadas e cumprir regras europeias, sob pena de lhe serem aplicadas multas com base no seu volume de negócios.
A aquisição do Instagram e do Whatsapp pela Meta está a ser apontada como uma estratégia para neutralizar a competição no mercado das plataformas de redes sociais.
A Toyota, a Volkswagen, a BMW e a Honda foram algumas das fabricantes multadas por assinarem acordos anticompetitivos e de participarem em práticas relacionadas com a reciclagem de veículos em fim de vida.
Esta medida segue-se a uma ordem assinada por Donald Trump, ordenando a divulgação dos registos sobre a morte de JFK, do seu irmão Robert Kennedy e de Martin Luther King.
As candidaturas de 2025 para o apoio à produção de cinema e audiovisual em Portugal são anunciadas numa altura em que ainda não foi divulgada a lista definitiva de beneficiários da segunda fase de 2024.
A história ensina-nos que os horrores da guerra fazem-nos procurar compromissos imperfeitos.
Como lembraram os líderes da UE no seminário anual organizado também esta semana em Bruxelas para o corpo diplomático da União: o mundo de hoje é marcado pela "desordem e complexidade" segundo Costa e por uma geopolítica "hiper-competitiva e hiper-transaccional," de acordo com von der Leyen.
A presidente da Comissão Europeia esteve internada no hospital devido a uma pneumonia. Tentativa de encobrimento por parte de Paula Pinho levanta questões sobre a transparência.
Nos tempos que correm, o novo "Casal Europa" não precisa e não tem de viver no mesmo quarto. Mas têm uma casa comum que é a União Europeia. Como se diz agora, vão "viver juntos separadamente", mas de preferência a favor da Europa e dos Europeus.
Se nos últimos cinco anos von der Leyen foi a bombeira de serviço da União Europeia, no seu segundo mandato o executivo comunitário deveria dotar-se de instrumentos de antevisão e preparação do futuro mais ágeis e robustos.
A hegemonia americana está posta em causa, mas só a América tem poder, recursos e experiência para evitar a catástrofe que se anuncia.
As percentagens mais elevadas de pessoas incapazes de manter a sua casa adequadamente aquecida foram, no ano passado, registadas em Portugal e Espanha, ambos os países com 20,8%, seguidos pela Bulgária (20,7%) e pela Lituânia (20,0%)