Centro Interpretativo do Estado Novo abre em Santa Comba Dão após avanços e recuos
António Oliveira Salazar, figura maior do Estado Novo, nasceu no Vimieiro, no concelho de Santa Comba Dão, distrito de Viseu.
António Oliveira Salazar, figura maior do Estado Novo, nasceu no Vimieiro, no concelho de Santa Comba Dão, distrito de Viseu.
A medida alarga o universo de municípios abrangidos a Fronteira, Manteigas, Marvão, Nelas e Santa Comba Dão.
A preços atualizados, tinha 113 mil euros no banco quando morreu, além de prata, ouro, casas e terrenos, que hoje valeriam milhões. Poupado e com salário de €8.450 (preços de hoje), beneficiou de viver 31 anos numa casa oficial. Recorreu a funcionários e meios públicos para assuntos pessoais, o Estado gastou €1,9 milhões na sua doença e atribuiu-lhe um salário vitalício.
O JPP viu as primeiras propostas a serem aprovadas neste OE2026, ainda que apenas em parte, enquanto a Iniciativa Liberal apenas conseguiu validar uma.
Disse que o panorama não era unicamente nosso: viver no centro de Londres ou Paris é igualmente incomportável. Além disso, o desprezo pelas periferias era um insulto directo a milhões de portugueses que lá vivem.
Chegou aos 50 como cidadão exemplar, mas, um dia, começou a matar. Entre 2005 e 2006, António Costa, um ex-cabo da GNR na reforma, matou três jovens da terra por quem sentia desejo sexual.
A Força Aérea refere que desde 30 de julho que um avião P-3C CUP+ tem realizado "missões de vigilância em apoio às ações da Proteção Civil e da GNR".
A colocação de helicópteros nos centros de meios aéreos estava prevista para 1 deste mês, o que acabou por não acontecer.
André Ventura combate-se com verdade e políticas credíveis, não com retórica antifascista.
Desde as autarquias mais desertas até às mais populadas, é cada vez mais comun que concursos públicos fiquem sem qualquer resposta.
Em causa estão convites para a sessão de apresentação do Plano de Intervenção para a Floresta, e para a cerimónia de assinatura do auto de consignação da Empreitada IP3, Troço Santa Comba Dão/Viseu, ambos com presença do primeiro-ministro.
Esta é uma história de egos enormes e uma soma de denúncias; da Odebrecht e do dossiê Isabel dos Santos; de Mexia, Pinho e do enigmático Príncipe; dos milhões a devolver ou talvez não; dos clamores públicos e das perseguições; do telemóvel da discórdia e o parecer do interessado Germano. E ainda dos desembargadores chateados e dos documentos sigilosos; das alfinetadas matreiras e, afinal, para que serve o Conselho Superior da Magistratura.
Excetuando o burlesco das habituais candidaturas às Presidenciais – de gente sem tino a gente com tino que parece não o ter –, há muito que está em cima da mesa um marinheiro com jeito para liderar tripulações de submarinos e organizar campanhas de vacinação.
São 2.161 documentos para o Governo fazer obras por todo País, algumas quase faraónicas, outras comezinhas, que vão da construção de regadios a maus cheiros em aterros. Também há propostas sobre armas, touradas, patrulhas acrobáticas, peixe-espada, direitos LGBT, matadouros, jacintos-de-água, streaming ou expropriação da Cova da Moura.
Alexandre de Almeida começou na loja dos pais, no Luso, e transformou-se no primeiro industrial do setor português. Conviveu com estrelas de cinema e imperadores, trouxe a primeira máquina de café para a região e travou guerras com Salazar. Contra crises e tragédias, a família quer agora ganhar o concurso público do Palácio Hotel do Bussaco – para prosseguir o seu legado.