Câmara de Lisboa preocupada com grupo neonazi que integrava membro da Polícia Municipal
Carlos Moedas garantiu que não foi informado de nada sobre esse assunto.
Carlos Moedas garantiu que não foi informado de nada sobre esse assunto.
Presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo disse que a não inclusão de um capítulo sobre extremismos é "compreensível", porque "existiam investigações em curso".
Fuzileiro e Guarda forneceram equipamentos e armas ao Movimento Armilar Lusitano, alguns enviados a partir do estrangeiro por correio.
A "extrema-direita está a crescer", afirmou a coordenadora do BE, considerando que "há um processo de radicalização de jovens" na sociedade portuguesa.
A violência triunfal da extrema-direita serve-se de um Governo que só é forte com os fracos.
O polícia, um chefe da PSP que estava em comissão de serviço na Polícia Municipal de Lisboa, é um dos seis membros do denominado Movimento Armilar Lusitano (MAL) que hoje foram detidos.
Marcharam vestidos como o Ku Klux Klan frente ao SOS Racismo, criticaram o juiz Rui Fonseca e Castro por dividir a direita e são suspeitos de atividades terroristas.
Autos de notícia falsificados, nomes de suspeitos “enfiados” em documentos para justificar buscas e detenções. Uma investigação da PJ apanhou um dos rostos mais mediáticos da PSP: o subintendente Bruno Pereira. Tudo terminou com um arquivamento. E com um odor a guerra entre polícias.
Na primeira semana de fevereiro, 16% dos polícias que estavam de serviço no aeroporto de lisboa meteram baixa médica. Com o controlo de entradas de estrangeiros em risco de descontrolo, a PSP pediu ajuda, mas a GNR aparentemente não tinha muito para dar.
Rui Fonseca e Castro recebeu a pena máxima que o Conselho Superior da Magistratura pode administrar. O que acontece agora ao juiz? E aos seus casos anteriores?
Passageiro não teria bilhete e recusou-se a sair do comboio. PSP diz que está a averiguar o caso.
A partir deste sábado, as equipas de intervenção da PSP vão passar a contar com a ajuda da Polícia Municipal do Porto. Todos os meios ficarão sob o comando e controlo operacional da PSP enquanto vigorar o dever geral de recolhimento domiciliário.
Em outubro de 2019, o Ministério Público deduziu acusação contra a família e o polícia, mas os quatro arguidos requereram a abertura de instrução.
Jorge Maurício, atual comandante metropolitano de Lisboa da PSP, pediu uma licença sem vencimento após ser escolhido pela Interpol para coordenar o Projeto Stadia até ao final da competição de futebol em 2022.
Acidente aconteceu nas oficinas de reparação automóvel da PSP situadas em Alfragide.
Agente policial, de 34 anos, foi acusado de um crime de ofensas à integridade física simples. A mulher, de 53, e os seus três filhos estão acusados de 24 crimes no total.