Sete concelhos do distrito de Faro em perigo máximo de incêndio
O perigo de incêndio rural vai manter-se elevado pelo menos até sexta-feira devido à previsão de tempo quente, com temperaturas acima dos 30 graus Celsius em algumas regiões do país.
O perigo de incêndio rural vai manter-se elevado pelo menos até sexta-feira devido à previsão de tempo quente, com temperaturas acima dos 30 graus Celsius em algumas regiões do país.
Portugal continental entrou hoje em situação de alerta devido ao elevado risco de incêndio nos próximos dias, anunciou no sábado a ministra da Administração Interna. O alerta vigora até quinta-feira.
Seis incêndios (considerados "ocorrências significativas") são os mais preocupantes no continente: três fogos em curso, em Moimenta da Beira, Vila Verde e Ponte da Barca, e três outros em resolução, em Arouca, Carregal do Sal e Penafiel.
"A dimensão, o número e os focos de incêndios que há não permitem que, nomeadamente os meios aéreos, possam estar em todo o lado ao mesmo tempo", diz o Governo.
Estes números correspondem "a um excesso relativo" de mais 21,2% face ao esperado, sobretudo no grupo etário com 75 ou mais anos de idade e na região Norte do país.
Às 16h, de acordo com a GNR, registavam-se cortes na Estrada Nacional 18 (EN18), no distrito de Portalegre entre Vila Velha de Ródão e Nisa e na Autoestrada 41 (A41), nos dois sentidos, entre Paços de Ferreira e Espinho, no distrito do Porto.
A sua newsletter de segunda-feira.
A partir de domingo, os termómetros vão cair mais de 5 °C, com as máximas a descerem abaixo dos 25 °C.
O parque habitacional cresceu nos últimos dez anos, mas são menos as pessoas que vivem em casa própria e um pouco mais as que optam pelo arrendamento, revelam os resultados provisórios do Censos 2021, divulgados pelo INE.
Segundo o relatório semanal da DGS, com pelo menos uma dose estão agora quase nove milhões de pessoas.
Portugal já distribuiu mais de 15 milhões de doses da vacina, com a faixa etária entre 12 e 17 anos a ter já 25% dos jovens completamente vacinados.
Número de internados e de casos ativos voltou a baixar, mas autoridades de saúde avisam que número de vítimas mortais deverá manter-se elevado nas próximas semanas.
Aumento dos casos na população com mais de 80 anos é apontado como razão. Atividade epidémica é intensa, mas com tendência decrescente.
Têm vindo a ser analisadas uma média de 601 sequências por semana desde o início de junho de 2021.
Quase metade da população já recebeu pelo menos uma dose de vacina e cerca de um terço completou a vacinação. Lisboa e Vale do Tejo é a região com menor percentagem de pessoas com vacinação completa.
Portugal é o único país que tem o seu R acima de 1 na UE e apenas Reino Unido e Noruega registam um valor maior na Europa. O índice de transmissibilidade em Lisboa e Vale do Tejo já esteve nos 1,20, mas está a baixar é já é de 1,11. Açores encontra-se na zona vermelha da matriz de risco.