Parlamento da Madeira protesta contra alterações ao subsídio de mobilidade
O parlamento insular discutiu votos do JPP, o maior partido da oposição - que teve a abstenção da maioria PSD/CDS-PP -, e do PSD e do Chega, ambos aprovados por unanimidade.
O parlamento insular discutiu votos do JPP, o maior partido da oposição - que teve a abstenção da maioria PSD/CDS-PP -, e do PSD e do Chega, ambos aprovados por unanimidade.
Candidato defende que "neste momento não estão reunidas as condições para uma lei [laboral] passar".
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.
Presidente da República faz aquilo "a que é obrigado" depois do chumbo do Tribunal Constitucional.
Luís Marques Mendes considerou que no ano passado a aprovação do orçamento "foi um drama completo" e "uma novela de muito pouca qualidade".
Tal como no 25 de Abril, deverão estar assim presentes nas galerias personalidades como os antigos presidentes da República e primeiros-ministros, o governador do Banco de Portugal, ex-conselheiros da Revolução e os eurodeputados.
Proposta foi aprovada com os votos contra do PSD e CDS-PP e abtenção da IL.
Líder do Chega acusou o PS de "traição ao povo português".
Em causa pedido de fiscalização preventiva da Lei da Nacionalidade.
O chefe de Estado referiu que tem falado deste assunto com o primeiro-ministro nas reuniões semanais e apontou "o entusiasmo" de Luís Montenegro.
Presidente da República reagia à notícia que refere que o PS vai pedir a fiscalização preventiva da Lei da Nacionalidade ao Tribunal Constitucional.
Abstenção do PS ditou a viabilização do orçamento.
Os deputados socialistas confrontaram Joaquim Miranda Sarmento com o atraso no pagamento do prémio e insistiram que a medida é legalmente cumulável com o IRS Jovem.
Juristas, ativistas e feministas condenam a lei por violar os direitos constitucionais de liberdade de religião. Muçulmanos garantem que não é obrigatório e o seu uso não é comum em Portugal.
E essa gente está carregada de ódio, rancor e desejos de vingança, e não esquecem nem perdoam o medo e a humilhação que aqueles seus familiares (e, em alguns casos, eles próprios, apesar de serem, nessa altura, ainda muito jovens).
A redução das taxas gerais foi aprovada com os votos do PSD, CDS-PP e Chega. O PS votou contra.