TAP conclui plano de reestruturação e devolve 25 milhões de euros ao Estado
Após finalizar a alienação das participações na Cateringpor e na SPdH - Serviços Portugueses de Handling.
Após finalizar a alienação das participações na Cateringpor e na SPdH - Serviços Portugueses de Handling.
A companhia aérea desfez-se do último ativo que a prendia ao plano de reestruturação. Acordo para a venda do "handling" acontece depois do prolongamento das licenças da Menzies nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro.
A TAP SA lançou a 30 de dezembro de 2025 um concurso público com vista à alienação do lote indivisível de 357.000 ações da Cateringpor, com o valor nominal de cinco euros cada e que representava 51% do capital social da empresa, a um preço-base de 9,57 milhões de euros.
O Governo optou por retirar as participações nas empresas de catering e de handling, uma maioritária e outra minoritária, do processo de privatização. Alteração surge no âmbito do plano de reestruturação, que termina a 31 de dezembro.
Air France-KLM, Lufthansa e International Airlines Group (IAG), dono da British Airways e da Iberia, estão de olho na transportadora aérea nacional.
Empresa não indica quais as empresas interessadas, mas até agora estava confirmado o interesse formal da Air France-KLM, Lufthansa e International Airlines Group.
Prazo encerra às 16h59 desde sábado.
Além da Air France-KLM, já manifestaram publicamente interesse na corrida o grupo alemão Lufthansa e o International Airlines Group (IAG), dono da British Airways e da Iberia.
De seguida à promulgação do decreto-lei pelo Presidente da República, e à aprovação do caderno de encargos, seguir-se-á a fase de pré-qualificação dos interessados durante 60 dias.
Medida faz parte do plano de reestruturação aprovado por Bruxelas em dezembro. O anúncio foi feito pela CEO Christine Ourmières-Widener.
Companhia aérea vai ter de ceder "slots" e vender participações na Manutenção & Engenharia Brasil, Groundforce e Cateringpor.
A sociedade de advogados para a qual trabalha o negociador do Governo na TAP faturou quase meio milhão de euros em ajustes diretos desde que o jurista lá chegou.
A resolução do Conselho de Ministros foi publicada esta quinta-feira, 14 de janeiro, em Diário da República.
De acordo com o sindicato, "a troca de impressões passou rapidamente para a possibilidade de haver contratação coletiva de emergência", bem como a "definição futura de condições de trabalho".
Documento é assinado pelo presidente do Conselho de Administração, Miguel Frasquilho, e pelo presidente da Comissão Executiva, Ramiro Sequeira.
Um administrador chegou aos 110 mil euros depois de um ano com 118 milhões de perdas. A mulher de Fernando Medina, do gabinete jurídico, somou quase 18 mil euros.