Caseiro detido pela PJ por suspeita de matar casal para quem trabalhava em Lagos
Terá ocultado os cadáveres numa cisterna.
Terá ocultado os cadáveres numa cisterna.
O que sucedeu no Instituto Vavilov, junto à Catedral de Santo Issac, no centro histórico da antiga capital imperial de Sampetersburgo, é um caso extremo de sacrifício pela ciência em prol do próximo.
Do lado chinês, a comunicação social estatal noticiou hoje 31 mortos e 531 desaparecidos na região do Tibete, também fortemente afetada pelas inundações.
As autoridades do distrito de Chitwan, no Nepal, começaram, este sábado, a enterrar em valas temporárias corpos de vítimas das cheias que ainda não foram identificadas. Cerca de 250 cadáveres aguardavam identificação, enquanto equipas forenses tentavam determinar a identidade das vítimas e permitir que fossem posteriormente reclamadas pelas famílias.
Cerca de 3.000 pessoas continuam desaparecidas nos dois países, das quais 2.426 apenas do lado nepalês.
Dinai tinha mulher e filha no Brasil, mas namorava com Michelle em Portugal, onde trabalhava há mais de dez anos. Para esconder a vida dupla, matou três pessoas em Cascais e fugiu para a sua terra natal.
Uma suspeita “absurda” levou Jusmino a matar a mulher e os compadres em São Xisto, aldeia do Douro que tinha apenas sete habitantes. O homicida suicidou-se de seguida.
Paulo tinha-se divorciado de Sílvia, mas continuava em conflito pela posse de uns terrenos. Os ex-sogros estavam envolvidos no barulho. Um dia, Paulo acordou, encheu-se de uísque e foi matá-los todos.
Ao longo desta manhã foram retirados do mar mais seis cadáveres.
Francisco bebia para lidar com o desespero e, um dia, matou toda a família à catanada. Justificou o ato com as "dívidas", mas havia outros segredos. O homicida enforcou-se na noite em que entrou na cela.
Os restos mortais com mais de 5 milhões de anos estão no oceano Índico, a 7 mil metros de profundidade, e até alimentam vermes. Foram encontrados após 32 descidas de submarino.
Arquivos da violência política não devem servir para servir a agenda do Chega mas para fazer a história. E ela também está cheia de cadáveres no rasto da extrema-direita
Cadáveres foram encontrados na parte mais funda de uma gruta, a mais de 50 metros de profundidade, e aparentemente o equipamento que levaram não seria o mais adequado para uma exploração nestas condições.
Cadáveres de Monica Montefalcone, investigadora e professora na Universidade de Génova, de 52 anos, e de Federico Gualtieri, biólogo marinho de 31, foram transferidos para a capital Malé.
Missão decorre entre hoje e amanhã em duas fases com o objetivo de trazer o mais depressa possível os cadáveres para a superfície.
Quando as espécies reaparecem, as causas são naturais e só raramente resultam de medidas de conservação. Conversa com um especialista que anda atrás da cabra-montês para a fotografar