Barack Obama hoje em Portugal para conversa sobre liderança e resiliência
É o orador principal na sexta edição do Game Changers Forum, em Lisboa.
É o orador principal na sexta edição do Game Changers Forum, em Lisboa.
Caímos na era dos múltiplos riscos. Têm origens diferentes, mas entrecruzam-se e, ocorrendo no mesmo momento histórico, provocam efeitos cumulativos. Para lá da vulnerabilidade política (desastre Trump, incerteza europeia) e da ameaça bélica (passada russa a Leste, instabilidade no Médio Oriente), há também a emergência climática (verão mais quente e mortífero de sempre na Europa) e a vertigem tecnológica (alertas sobre possível "desalinhamento" na IA).
Convenceram Obama a vir discursar a Lisboa, sentam-se à mesa com ministros e fecham negócios. Neste tipo de clubes, alarga-se a rede de contactos a círculos de poder.
Do Golfo do México ao Novo México, passando por montanhas, aeroportos e instituições, o presidente dos Estados Unidos tem feito dos nomes uma batalha política.
Cofundadora da revista Ms., transformou experiências silenciadas numa luta coletiva pela igualdade, pela liberdade e pelo direito de escolha. Morreu a 2 de setembro, aos 92 anos.
Na última sexta-feira o grupo hoteleiro Meliá despediu-se de Cuba. Era um dos últimos resistentes, depois de várias outras cadeias e companhias aéreas terem abandonado a operação nesta ilha das Caraíbas. Mais de 65 anos depois do embargo iniciado pelos EUA, o país enfrenta um dos piores momentos da sua história.
Após novas ameaças de Donald Trump.
A Casa Branca tornou-se uma máquina de fazer dinheiro. A família do Presidente tem ganho milhões em criptomoedas, imobiliário e até em bíblias e chapéus.
O “país excecional e indispensável” chega aos 250 anos com um Presidente que promoveu um ataque ao Capitólio. Não, não é um detalhe passageiro. Provavelmente, acabará mal.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
Três antigos presidentes dos Estados Unidos e muitas celebridades estiveram presentes na inauguração do Obama Presidential Center, que abre portas ao público esta sexta-feira. Veja as imagens.
Momento visa celebrar os 80 anos do presidente dos Estados Unidos.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
O Centro Presidencial Obama abre ao público a 19 de junho, após uma cerimónia de inauguração com a presença de amigos e familiares dos funcionários do museu, estudantes e jornalistas.
Um juiz federal decidiu que o nome do presidente Donald Trump foi ilegalmente adicionado ao Kennedy Center. Tribunal impede ainda que o governo encerre o centro cultural para renovações.