Os Pássaros e a ameaça existencial da IA
A capacidade para nos distanciarmos de grandes riscos iminentes é racional, mas em excesso pode levar à anestesia, como mostra o conto de horror Daphne du Maurier. É onde estamos com a IA em 2026.
A capacidade para nos distanciarmos de grandes riscos iminentes é racional, mas em excesso pode levar à anestesia, como mostra o conto de horror Daphne du Maurier. É onde estamos com a IA em 2026.
Com a sua habitual sabedoria, Carl Sagan acrescentava que seria uma boa notícia recebermos uma mensagem de uma civilização extraterrestre. Seria a prova de que alguém, algures, conseguira sobreviver à adolescência tecnológica para comunicar de forma interestelar.
Segundo o cofundador da Microsoft, a IA poderá tornar-se "o maior instrumento de igualdade alguma vez inventado ou a pior fonte de injustiça".
A cidade japonesa de Hiroshima assinalou, esta quinta-feira, o 81.º aniversário do bombardeamento atómico norte-americano com uma cerimónia de homenagem às vítimas e um apelo ao abandono das armas nucleares.
Afirmando ser "um forte defensor da livre iniciativa", Trump citou a ExxonMobil e a Chevron como algumas das que mais lucraram com as consequências da guerra.
Análises publicadas sobre a Operação Epic Fury, iniciada a 28 de fevereiro de 2026, descrevem cerca de 5.500 a 6.000 alvos atingidos no Irão em três semanas, com os primeiros mil ataques nas primeiras vinte e quatro horas, suportados por uma plataforma que fundiu nove sistemas de informações militares numa única interface.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, esta sexta-feira, durante um jantar de correspondentes realizado no hotel Waldorf Astoria, em Washington, que as negociações com o Irão estão a decorrer "extremamente bem", mas reiterou que Teerão não poderá desenvolver armas nucleares. O evento reuniu cerca de 700 convidados após ter sido adiado devido a um tiroteio.
Washington também restabeleceu as sanções económicas ao petróleo iraniano, que tinha levantado devido ao cessar-fogo.
Reunião decorre numa altura de tensão entre a Europa e os EUA.
Enquanto decorre o Mundial 2026, pelo menos 13 das 48 seleções representam países envolvidos em guerras ou conflitos latentes. Nove já foram eliminadas da competição de futebol, que entra este fim de semana nos oitavos de final.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
Meloni foi convidada para a inauguração da segunda presidência Trump e em outubro era descrita como "encantadora". Oito meses depois, tudo mudou.
Os países têm agora 60 dias para aprofundar os pontos e alcançarem um cessar-fogo definitivo.
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou, esta terça-feira, que o Irão nunca terá acesso a armas nucleares. Trump falou aos jornalistas à margem da cimeira do G7, após o acordo preliminar entre Washington e Teerão para pôr fim à guerra.
Acordo de paz deverá incluir um compromisso do lado iraniano em não obter armas nucleares e em reabrir o Estreito de Ormuz.