De Marques Mendes a Assunção Cristas: As figuras de direita que vão votar pelo "seguro"
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Sublinham que André Ventura não os representa.
Com 29,8%, poucos ministros (13), falta de cinzeiros, muitos políticos imberbes, outros tantos desconhecidos, medidas em catadupa e uma tática clara: ser forçada a sair e nunca se pôr a jeito. Marques Mendes, Santana Lopes e Durão Barroso partilhavam um corredor. Marcelo entrevistou Cavaco. E quem caiu foi a oposição.
Trinta e um anos da sua vida foram passados na RTP a fazer o programa TV Rural. Regressou à televisão por 30 segundos, num anúncio que utiliza imagens dos anos 70.
Ganham cerca de €1.441 líquidos e alguns conduzem ministros e secretários de Estado há décadas. Um deles tem 64 anos, outro é condecorado pela NATO.
Sai Elina Fraga. Como vice-presidentes, Rio mantém Isabel Meirelles e David Justino.
Arlindo Cunha, que integra a lista da direção do PSD ao Conselho Nacional, pediu "ajuda" para Rui Rio.
A lista é composta por dirigentes e ex-dirigentes da JSD de todo o território nacional.
Rui Rio, Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz disputam este sábado a presidência do partido em eleições diretas.
O arranque da XIV legislatura vai contar com o regresso ao parlamento do deputado social-democrata, que saiu no final de 2001 para assumir a presidência da Câmara do Porto.
O presidente do PSD considerou que existe "uma mistura" entre as funções de António Costa, depois do anúncio do primeiro-ministro, e líder do PS, estar a ponderar deslocar-se aos Açores por causa da passagem de um furacão.
Arlindo Cunha foi ministro da Agricultura, Pescas e Alimentação durante o XI Governo Constitucional, liderado por Cavaco Silva, entre 1987 e 1991.
Artigo d'O Independente de 7 de fevereiro de 1992 relembra que 13 mulheres e duas irmãs de ministros, secretários de Estado ou pessoal de gabinete foram nomeadas pelo segundo Governo de Cavaco Silva.
"As razões não são políticas", mas "pessoal e profissional".
"Há aqui uma renovação, é justamente a capacidade de sabermos equilibrar a experiência e o saber", declara o presidente do PSD.
O presidente do PSD anunciou a composição do governo-sombra que vai preparar o programa que o partido apresentará às legislativas de 2019.