Falhas na avaliação eletrónica dos exames nacionais obrigam a adiar início da 2.ª fase
Os professores têm até 14 de julho para classificar as provas, cujos resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho.
Os professores têm até 14 de julho para classificar as provas, cujos resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho.
Antigo árbitro comunicou esta sexta-feira a decisão.
"A situação verificada é lamentável, mas não tem qualquer impacto na realização e na validade da prova deste ano, nem nos resultados dos alunos nestas provas", sublinhou o MECI.
Peixoto enfrenta a primeira experiência como treinador fora de Portugal, depois de ter levado o Gil Vicente ao sexto lugar da edição 2025/26 da I Liga.
Não obedecem a professores, nem a assistentes operacionais, batem nos colegas e em quem lhes apareça à frente. A violência começa agora no pré-escolar e intensifica-se no primeiro ciclo.
O ministério apresentou uma proposta, conhecida em finais de março, que dá às escolas a hipótese de escolher, em alternativa, o livro de Mário de Carvalho "Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde".
Os números sobre a emissão de cartões de residência já tinham sido dados a 13 de maio, no parlamento, tendo o ministro da Presidência dito nessa altura que a estrutura de missão da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) deferiu processos respeitantes a cerca de 385 mil novos imigrantes em Portugal.
A interação constante com sistemas de IA influencia a identidade e a autoestima e torna-se especialmente crítica na formação de opinião, onde a fácil produção e disseminação de conteúdos levantam dúvidas sobre autenticidade e credibilidade,
Na seleção das obras a incluir nos documentos orientadores serão considerados os autores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), "um passo importante para o reconhecimento pleno da riqueza da nossa língua comum".
O atleta amador de triatlo arrancou do Porto, em fevereiro, para uma viagem que terminará no Natal. Até agora não teve medo, só sustos com cães que não o largam.
No total, terão sido afetados cerca de 61.500 alunos.
A possibilidade de Saramago deixar de ser obrigatório no 12º ano criou uma polémica que, por via indireta, puxou Mário de Carvalho para a discussão pública. Autor disse estar reconhecido e rejeita comparações com o Nobel.
Têm-se espalhado "falsidades" em torno da remoção dos livros de Saramago das aulas de Português, dizem professores, que garantem que o escritor "nunca sairia" do currículo, estando em causa a "diversidade" no ensino.
Satélites portugueses lançados para órbita esta segunda-feira têm nomes de escritores. Mas cá em baixo uma polémica surge em torno do valor dado ao Nobel da Literatura português.
Fernando Alexandre salientou que "José Saramago é, obviamente, um escritor de referência" e admitiu que deve ser obrigatório ler este como outros escritores nacionais, apontando que há "grandes escritores em Portugal".
O Governo pôs uma versão preliminar revista das aprendizagens essenciais em consulta pública na sexta-feira, num processo que vai durar um mês e que pretende recolher contributos da comunidade educativa, especialistas e sociedade.