Montenegro foi ao Parlamento no rescaldo das presidenciais ouvir pedidos para se posicionar
Montenegro adimitiu que o seu "espaço [político] ficou sem representação”, pelo que vai manter a "neutralidade".
Montenegro adimitiu que o seu "espaço [político] ficou sem representação”, pelo que vai manter a "neutralidade".
No rescaldo de uma noite eleitoral sem grandes boas notícias para os comunistas, António Filipe viu-se obrigado a apoiar Seguro na segunda volta.
Presidente da Assembleia da República votou na Universidade Católica e recusou comentar o conteúdo campanha - que o próprio chegou a ecoar - sobre a falta de discussão em torno dos poderes presidenciai, lançando apenas um apelo ao voto.
Afirmando que "o país é muito melhor do que esse comentário vazio", a candidata acrescentou, por outro lado, que "ainda nenhum voto foi contado".
"Votem pelas vossas vidas e perante o agravamento daquilo que está e daquilo que querem impor", apelou.
O candidato apoiado por PSD e CDS-PP avisou que poderá não estar "todos os dias nos telejornais ou permanentemente nas redes sociais".
Atual chefe de Estado considerou ainda que "as campanhas [presidenciais] estão cada vez mais intensas".
Num jantar-comício em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
"António José Seguro é o garante dos valores democráticos e constitucionais", disse o líder socialista.
As únicas presidenciais da democracia portuguesa que obrigaram a uma segunda volta realizaram-se em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, dividindo então o país entre esquerda e direita.
No NOW, a Diretora Executiva da revista SÁBADO explicou que este género de "números políticos são "típicos destas alturas e que o voto útil faz parte dos finais de campanha". Maria Henrique Espada disse ainda que esta foi a "janela de oportunidade para João Cotrim de Figueiredo o fazer".
O secretário-geral do PCP disse que é na candidatura de Filipe "que está a expressão do programa político dos trabalhadores, do povo e da juventude".
Catarina Martins disse aguardar a decisão do TC, que "dirá aquilo que achar", mas considerou que a lei da nacionalidade, "tal como está, ofende" o que Portugal é.
O candidato a Presidente da República disse esta terça-feira estar focado na campanha e confiante de que os portugueses vão fazer um país melhor. Para João Cotrim de Figueiredo, o “voto útil não é mais do que pedir às pessoas para votar na segunda escolha. Quem vota na segunda escolha não pode ter um país de primeira”, defendeu.
Vídeo foi "enviado durante o período oficial de campanha eleitoral", garante.
O Presidente da República falou da importância das eleições de hoje numa altura em que "os problemas locais ganham muito relevo, devido ao dinheiro que está aí para ser gasto".