Médio Oriente: Base italiana atacada no Curdistão iraquiano
Desde o início da guerra no Médio Oriente, a região autónoma do Curdistão e a sua capital, sofreram inúmeros ataques atribuídos a fações pró-Irão.
Desde o início da guerra no Médio Oriente, a região autónoma do Curdistão e a sua capital, sofreram inúmeros ataques atribuídos a fações pró-Irão.
O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani confirmou, esta terça-feira, que Itália vai integrar, como Estado observador, o Conselho de Paz para Gaza promovido pela administração norte-americana.
A relatora especial da ONU para a Palestina tem estado sob fogo depois de afirmações que Estados consideraram demonstrar "antissemitismo".
O Governo declarou que as ações de violência “excediam os limites das manifestações pacíficas e eram consideradas sabotagem organizada”.
Aconteceu de madrugada, nas celebrações da passagem do ano.
Também 26 cidadãos italianos deverão abandonar este sábado território israelita.
Quinze ativistas italianos, que decidiram não assinar o documento de expulsão voluntária oferecida pelas autoridades israelitas, irão permanecer em Israel.
Loubna Yuma, advogada da Adalah, a equipa jurídica da flotilha, disse à agência de notícias EFE que os ativistas foram levados para a prisão de Saharonim, de onde serão provavelmente deportados para os países de origem.
Participante adiantou que a flotilha deverá chega a Gaza dentro de "três dias".
A medida não se aplica a deslocações "por motivos pessoais", afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros suíço, Ignazio Cassis.
O presidente dos EUA deixou um aviso para o Hamas de que a situação na Faixa de Gaza só irá piorar se não aceitarem esse acordo.
Notícia surge depois de o presidente israelita ter falado ao telefone com o ministro dos Negócios Estrangeiros italiano.
Os incidentes foram precedidos pela queima e destruição de bandeiras palestinianas, bem como de cânticos antiárabes, por parte dos israelitas.
O Reino Unido juntou-se ao Canadá, Países Baixos, Itália e Espanha ou anunciar limitação ao envio de armamento para Israel.
Tajani adiantou que "a Itália está pronta a enviar um contingente para trabalhar, numa transição a ser gerida pela ONU e liderada pelos países árabes, para o nascimento de um Estado palestiniano, unindo a Faixa e a Cisjordânia".
A omissão da palavra aborto é muito mais do que mera minudência na linguagem diplomática das cimeiras internacionais.