Mãe de Alexei Navalny diz que sempre soube que o filho foi "assassinado"
Declarações surgiram depois de uma declaração conjunta de cinco países europeus ter revelado que o opositor russo morreu devido ao veneno de uma rã-flecha.
Declarações surgiram depois de uma declaração conjunta de cinco países europeus ter revelado que o opositor russo morreu devido ao veneno de uma rã-flecha.
Familiares, apoiantes e representantes diplomáticos reuniram-se, esta segunda-feira, em Moscovo, Rússia, para recordar o antigo líder da oposição, Alexei Navalny, no segundo aniversário da sua morte. Navalny morreu envenenado numa colónia penal no Ártico.
No ano passado os advogados de Alexei Navalny foram condenados a penas de prisão superiores a três anos.
Dissedente russo morreu em 2024 numa prisão na Sibéria, aos 47 anos.
Em fevereiro de 2024 terão sido enviadas amostras biológicas de Navalny para laboratórios de dois países que concluíram que o opositor russo "foi morto, ou seja, envenenado".
Volkov, que vive no exílio no estrangeiro desde 2019, foi considerado culpado por criar uma organização extremista.
O Ministério Público russo apresentou uma acusação contra Navalnaya, que vive no estrangeiro, por participar numa associação extremista, pelo que foi declarada procurada.
Reeleito presidente Vladimir Putin centrou o seu discurso de vitória na ofensiva na Ucrânia, tendo afirmado que a sua principal tarefa será "reforçar a capacidade de defesa e as forças armadas". Pela primeira vez, mencionou a morte de Alexei Navalny.
Milhares de russos assistiram às cerimónias e 45 pessoas foram detidas. Kremlin nega responsabilidades na morte do opositor de Putin.
A urna do líder da oposição russa Alexei Navalny já chegou à igreja onde vão decorrer as cerimónias fúnebres, em Moscovo, na Rússia.
Família teve dificuldades em encontrar uma funerária que sepultasse o corpo. “Ligámos para a maioria das agências funerárias públicas e privadas. Algumas diziam que o local estava lotado. Outras recusavam-se, quando mencionávamos o sobrenome Navalny."
Terá trabalhado para o FSB, o serviço de segurança russo que sucedeu ao KGB, mas acabou detido em 2019 quando montado numa bicicleta matou a tiro um opositor do regime russo.
Vasco Rato, João Carlos Barradas e Nuno Tiago Pinto analisam, esta semana, o segundo aniversário da invasão russa da Ucrânia e a morte de Alexei Navalny.
A mãe do opositor de Putin já pôde ver o corpo de Alexei Navalny, uma semana depois da sua morte. Lyudmila Navalnaya disse ter sido chantageada pelo Kremlin.
Maior figura da oposição ao regime de Vladimir Putin, foi vítima de ataques e respondeu em tribunal por se insurgir. Morreu na prisão, mas não em silêncio
Na terça-feira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros português convocou o embaixador russo em Lisboa, Mikhail Kamynin, para prestar esclarecimentos, após a morte do opositor russo Alexei Navalny.