Uma força fatal e incontrolável
«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
Alain Berset, secretário-geral do Conselho da Europa, apelou ao respeito pelo direito internacional, e pediu o fim dos ataques de todas as partes envolvidas no conflito.
Cineasta está a ser evocado por artistas, criadores e responsáveis políticos, de Cleia Almeida a Tiago Rodrigues, de Rita Cabaço ao Governo e ao Presidente da República.
Venceu o edifício de cerca de 508 metros de altura, após uma hora e meia de esforço.
Alain Orsoni, que liderou o Ajaccio em duas ocasiões, terá sido atingido por um sniper no cemitério.
Os ceviches e tiraditos de Diego Muñoz e José Avillez voltam em versão pop up ao primeiro piso do restaurante do chef português
O filme de Francesco Rosi sobre o bandido Salvatore Giugliano mostra-nos um ato fundador da política italiana contemporânea. Mais estimulante do que seguir a política caseira destes dias.
Da ficção à não ficção, entre autores nacionais e internacionais, as editoras apostam forte num mês que para muitos é de férias (e leituras na praia).
Durante as décadas de 80 e 90, a filha mais nova de Rainier e Grace do Mónaco foi a princesa que mais alimentou a imprensa cor-de-rosa com as suas excentricidades, escândalos e uma infindável lista de romances com cantores, atores, playboys, guarda-costas ou domadores de elefantes. Agora, aos 60 anos, diz que é hora de se retirar, porque merece.
Entre as ideias que lhe deixamos, está um festival de música, um evento de vinhos em Évora, petiscos no Porto e um espetáculo infantil em Lisboa.
O festival, marcado para o final de junho, terá concertos de Ferro Gaita. Dino D'Santiago e Os Tubarões, Salvador Sobral e Sílvia Pérez Cruz, Carminho, Vieux Farka Touré, Milhanas e A Garota Não.
Marine Le Pen calhou ser nacionalista numa nação que se leva a sério. Em Portugal, estaria tranquila.
Cantora, atriz, ícone cultural, símbolo sexual de um tempo, toxicodependente, sem-abrigo, foi tudo o que quis ser. E sempre em grande.
O piloto não vivia só para as corridas no autódromo do Estoril. Jantava em bons restaurantes de Cascais, na companhia de amigos – e pagava a conta. Seguiam para as discotecas da moda. Anos mais tarde, foi barrado à porta da Kapital. A última namorada, Adriane Galisteu, assistiu ao fatídico acidente, via TV, na casa da Quinta do Lago. Trinta anos depois, a Netflix recorda-o numa minissérie.
Figura decisiva e também divisiva, Soares esteve em praticamente todos os momentos-chave da vida política portuguesa, antes e sobretudo depois do 25 de Abril. Há muita luz, mas também alguma sombra no seu enorme legado.