Vice do partido de Erdogan na Turquia demite-se após escândalo com fundos
Fatma Betül Sayan Kaya anunciou a decisão nas redes sociais.
Fatma Betül Sayan Kaya anunciou a decisão nas redes sociais.
Na sexta-feira milhares de cipriotas-turcos saíram às ruas de Nicósia, a capital do país, contra as leis que permitem a utilização de hijabs nas escolas e afirmaram: "Tirem as mãos da nossa terra".
A detenção de Ekrem Imamoglu, o popular autarca de Istambul e rival de Recep Erdogan pelo poder, fez rebentar os protestos e a repressão. Os manifestantes, na maioria jovens, resistem à deriva total para a autocracia.
Sem espaço ou condições para os ter nos abrigos, os animais de rua continuam a reproduzir-se. Turquia anunciou o abate de cães errantes para controlar esta população. Por cá as medidas não são tão polémicas, mas também não são eficazes.
A polémica surgiu durante uma intervenção do deputado do Partido dos Trabalhadores, Ahmed Sik, que acusou a bancada do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), no poder, de não ter "vergonha nem dignidade".
Há alguns elementos que podem contribuir para o sucesso deste Governo, contra todas as aparências. Veja-se o caso das maiorias de geometria variável, e das políticas “consensuais”. E o sucesso pode também querer dizer, não o triunfo desta equipa, mas o lançamento de grandes sementeiras. Que alguém há de colher.
O Yeniden Refah conseguiu 6,2% dos votos a nível nacional ao atrair votantes religiosos dececionados com Erdogan.
O partido social-democrata turco foi o vencedor das eleições municipais. O presidente do país já reconheceu a derrota e comprometeu-se a respeitar o resultado.
A importância estratégica de Istambul e o seu financiamento de anual de 14,78 mil milhões de euros dá aos partidos que a controlam uma especial importância a nível nacional.
As assembleias de voto encerraram às 17:00, menos duas horas em Lisboa.
Presidente da Turquia vê-se no domingo a disputar uma segunda volta com o seu principal rival, insistindo na exaltação nacionalista e na defesa internacional do Islão a sustentar 20 anos de poder.
Ambos os candidatos, o presidente Tayyip Erdogan e o adversário Kemal Kilicdaroglu, disseram estar a liderar.
Deputado socialista Paulo Pisco encontra-se na região de Esmirna como observador internacional.
O presidente turco enfrenta novas eleições presidenciais, mas o melhor que pode querer é forçar o adversário a ir à segunda volta. A análise de João Carlos Barradas.
A imagem e o tom afável de Kilicdaroglu levaram a que lhe chamem o “Gandhi turco”. Mas o confronto eleitoral de dia 14 será duro. A campanha mete cebolas e religião.
O presidente da Turquia, que se mostrou contra a candidatura dos dois países à aliança militar, afirmou que espera que os aliados da NATO entendam os seus receios em relação à segurança nacional.