Investimento em certificados de aforro sobe quase 16% em agosto para novo máximo
Segundo dados esta segunda-feira divulgados pelo Banco de Portugal.
Segundo dados esta segunda-feira divulgados pelo Banco de Portugal.
Trata-se de um valor recorde desde o lançamento deste serviço digital.
Um novo relatório sobre a Segurança Social sugere que os portugueses devem depender menos da pensão pública e ter mecanismos de preparação para a reforma, desde uma idade bastante jovem.
Em termos nominais, havia no final de maio deste ano mais 5.629 milhões de euros aplicados.
Este sistema seria construído em três fases: a fase da inscrição, a fase da acumulação de poupança e a fase de desacumulação.
Nenhum produto financeiro de baixo risco é uma bela oportunidade. O que espanta é como continuam sem cumprir o mínimo: preservar o dinheiro contra a inflação.
No primeiro ano a taxa de juro é de 2,35% e vão subindo até ao décimo e último ano, altura em que atinge os 3,35%.
Até agora, os investidores que quisessem subscrever certificados de aforro a partir de casa tinham de repetir operações em tranches de cinco mil euros.
Com a taxa-base a subir, graças à evolução da Euribor, o "stock" destes instrumentos aumentou em mais de 750 milhões de euros em maio.
É preciso sermos sinceros. Os anos loucos do turismo português acabaram. No 1.º trimestre, as dormidas e os hóspedes cresceram apenas 1,3 e 1,5%. Os proveitos cresceram 5,5%, o que impressiona os mais distraídos, não fosse ser necessário descontar a inflação e o crescimento do número de hóspedes.
Os investimentos do governador do Banco de Portugal e a forma como os políticos gerem as suas finanças dá um retrato da nossa cultura sobre o dinheiro.
A esperança de uma guerra curta no Irão deu lugar a um risco alto de choque económico. O Governo não prevê escassez de combustíveis, mas abril será ainda mais difícil nos preços e Bruxelas já planeia medidas para reduzir o consumo. Saiba como proteger o seu dinheiro dos preços-recorde do gasóleo, da subida certa das taxas Euribor e da turbulência nos investimentos.
A entrada de capital nos certificados de aforro voltou a mais do que compensar a saída nos certificados do Tesouro. No conjunto dos dois produtos de poupança do Estado, o saldo está em 48.105,43 milhões de euros.
A CMVM diz querer apresentar o documento ainda este ano, mas não adianta qualquer prazo. O objetivo é aproveitar "todo o potencial" da recomendação feita pela Comissão Europeia.
Se há momento certo para repensar hábitos financeiros, é agora, quando ainda estamos no início de um novo ano e com margem para transformar pequenas decisões em grandes resultados.
A entrada de capital nos certificados de aforro mais do que compensa a saída nos certificados do Tesouro. No conjunto dos dois produtos de poupança do Estado, o saldo está em 47.930,53 milhões de euros.