A1 cortada no sentido Norte-Sul na zona de Coimbra devido a acidente com camiões
Segundo a proteção civil há um ferido ligeiro.
Segundo a proteção civil há um ferido ligeiro.
As propostas do ACP para alterações ao Código da Estrada (CE) surgem depois de um aumento substancial de mortos e feridos graves em acidentes rodoviários durante a Páscoa.
No cargo há menos de dois meses, o ministro da Administração Interna definiu a sinistralidade rodoviária como uma das batalhas a travar. Além do regresso da Brigada de Trânsito da GNR, Luís Neves promete mais meios, mais radares e menos tolerância.
Quase três anos de pesquisa e 40 entrevistas depois, a jornalista Joana Stichini Vilela traz de volta a saga LX. Desta vez, atravessa a década do consumo: os 1.133 km de estradas da era Cavaco, a euforia da noite, as festas do novo jet set e muito mais. O lançamento do livro será no sábado (dia 18), às 18h, no Mude – Museu do Design.
Quando deixou o futebol nunca imaginou que viria a ter uma carreira na televisão, mas tornou-se um dos rostos mais populares. Não se considera humorista, mas põe o País a rir com as suas histórias.
De acordo com a tutela, "no conjunto das redes rodoviária e ferroviária nacionais foram registadas mais de 4.200 ocorrências".
As obras de reconstrução no troço da A1, na sequência da rutura de um dique no Mondego por causa do mau tempo, superam os três milhões de euros.
António Pires de Lima diz que obras para recuperar o troço da Autoestrada do Norte em Coimbra são superiores a três milhões de euros, mas que não irá tomar a iniciativa de pedir compensação ao Estado.
Ministro das Infraestruturas frisou que, durante 15 dias, foram mobilizados todos os meios possíveis para repor a circulação numa via considerada estratégica para a mobilidade nacional.
Já é possível circular no troço da A1, na zona de Coimbra, que encerrou ao trânsito após a rebentação de dique nos Casais.
A APA está também a realizar intervenções nas margens do rio Lis, no concelho de Leiria.
As obras de reparação do dique que fez colapsar um troço da autoestrada A1 podem permitir em breve a abertura da circulação, ainda que de forma parcial. Os trabalhos em curso pretendem controlar o Mondego, que continua a inundar Montemor-o-Velho. Nestas imagens, é possível ver o rasto de destruição causado pelas intempéries em Portugal, que levaram ao colapso da A1.
Segundo a Brisa, no total, foram utilizadas "mais de nove mil toneladas de material pétreo para impedir a erosão do aterro"
Após parte da principal autoestrada do país ter ruído devido às cheias no Mondego, os trabalhos de recuperação decorrem de forma contínua. Mas, a Brisa adverte que as obras se vão prolongar por algumas semanas.
Alternativa ao corte foi o IC2 ou o acesso à A1 por Alhandra.
A Brisa admitiu estar empenhada em "minimizar transtornos" e acrescentou que "poderão ser usadas vias alternativas".