Sábado – Pense por si

Nova SBE quer autonomia da Universidade Nova de Lisboa com apoio do Governo
Bruno Faria Lopes

NovaSBE em conversas com o Governo para ter mais autonomia

Direção da faculdade e Ministério da Educação estão em diálogo sobre como dar mais liberdade de gestão face à casa-mãe, a Universidade Nova de Lisboa. Alteração no nome da SBE é vista como um sinal de uma hostilidade maior - da reitoria e do Conselho Geral da Nova - face ao modelo de ensino e de negócio da faculdade.

Dina Nunes e Margarida Maldonado, possíveis futuras primeiras-damas
Alexandre R. Malhado

Dina ou Margarida. Uma delas será a próxima primeira-dama

Dina Ventura é fisioterapeuta, já sofreu ameaças e não fala à imprensa. Margarida Maldonado Freitas é farmacêutica, descendente de uma família de convictos republicanos das Caldas da Rainha e não pretende abandonar a profissão

Não tem rejeição na rua. Soma apoios entre os que gostam dele e os que detestam Ventura
Rita Rato Nunes

Na estrada com Seguro. “Nunca um apelido deu tanto jeito”

Chegou antes de Marcelo às zonas afetadas pelo temporal. No carro, telefona a autarcas, seguradoras, empresários e bombeiros. Decidiu sozinho deslocar-se ao terreno. Planeia em silêncio, mas precisa do contacto com a população. Os dias em que Seguro afinou a sensibilidade presidencial.

Pormenor das Tapeçarias de Pastrana que retratam a conquista de Arzila
Susana Lúcio

O príncipe guerreiro e leal

Armado cavaleiro em campo de batalha no campo de batalha em Arzila, Norte de África, foi aclamado rei duas vezes - na primeira devolveu a coroa ao pai ao fim de quatro dias

Alexandre R. Malhado e Rita Rato Nunes

Quem são as candidatas a primeira-dama

Seguro conheceu a mulher na discoteca, Ventura no café perto da igreja e Marques Mendes na escola. Margarida, Dina e Sofia também podem chegar Belém.

A última greve geral conjunta aconteceu em 2013.
Bruno Faria Lopes

UGT e CGTP representam 7% do privado (e não mostram as suas finanças)

A central sindical que o Governo procura convencer para aprovar a reforma laboral, a UGT, não representa muito mais do que 2% dos trabalhadores do privado. CGTP tem situação financeira mais sólida, mas nenhuma central publica as contas (ou aceita dar acesso). As duas mantêm contactos informais antes da primeira greve geral conjunta em 12 anos.

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