Professores da NOVA apelam à "participação responsável" na eleição do reitor
A eleição do reitor da NOVA foi remarcada para quinta-feira, depois de ter sido adiada na semana passada por falta de quórum necessário no Conselho Geral.
A eleição do reitor da NOVA foi remarcada para quinta-feira, depois de ter sido adiada na semana passada por falta de quórum necessário no Conselho Geral.
A eleição não se realizou por "falta de quórum" do Conselho Geral da universidade, o órgão que elege o reitor, revelou à Lusa a instituição.
A providência cautelar na origem da decisão de suspender o ato eleitoral foi apresentada por quatro professores catedráticos.
Numa mensagem nas redes sociais, o Presidente da República justificou as suas escolhas, defendendo que permitem "um Conselho de Estado qualificado, plural e ao serviço de Portugal".
Susana Goulart Costa, açoriana, natural de Angra do Heroísmo, será a primeira mulher a desempenhar este cargo. Paulo Duarte Barreto Ferreira, madeirense, natural do Funchal, é atualmente juiz no Tribunal da Relação de Lisboa.
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
Um concerto em Pombal em que se recria Fausto Bordalo Dias com uma "perspetiva imigrante" e concertos em Lisboa de Beatriz Pessoa e Paulo de Carvalho com Agir são algumas das sugestões.
Não diaboliza os dispositivos nas mãos dos mais novos, mas defende que as crianças devem estar bem preparadas para tudo o que encontram no mundo virtual
Um professor gastou 5 mil euros do seu bolso para provar que a universidade estava a barrá-lo injustamente de candidatar-se a reitor da UNL. A sua vitória em tribunal mergulhou a Nova num imbróglio jurídico, que cai em cima de guerras internas. Repetição da eleição do reitor arrisca esbarrar de novo numa batalha jurídica.
Poucos temas têm sido tão maltratados por este jogo de espelhos como a questão da identidade de género.
Mergulhado numa crise profunda, 60 anos depois da revolução, o país lida com uma mudança iminente imposta pelos Estados Unidos, em moldes por definir.
O Conselho Geral da Universidade Nova de Lisboa termina o mandato este mês, mas considera ter condições para eleger o reitor a 24 de abril. A Nova SBE, uma das escolas da UNL, “acompanha com preocupação crescente a legitimidade democrática do processo” e diz estar a “avaliar todos os mecanismos” para garanti-la. Imbróglio jurídico cai sobre o pano de fundo de conflitos internos.
Líder do Chega diz que o partido escolheu o juiz desembargador Luís Brites Lameiras, "um homem de diálogo e bons valores".
Após o tribunal mandar repetir o processo que há seis meses elegeu Paulo Pereira para o cargo.
Em causa está a candidatura do professor Pedro Maló, que foi excluída porque os regulamentos da NOVA preveem que apenas possam candidatar-se "professores catedráticos e investigadores coordenadores com experiência relevante de gestão".
Direção da faculdade e Ministério da Educação estão em diálogo sobre como dar mais liberdade de gestão face à casa-mãe, a Universidade Nova de Lisboa. Alteração no nome da SBE é vista como um sinal de uma hostilidade maior - da reitoria e do Conselho Geral da Nova - face ao modelo de ensino e de negócio da faculdade.