UGT entrega contraproposta de revisão da lei laboral e aponta linhas vermelhas
Matérias como a contratação a termo ou o 'outsourcing' são "inaceitáveis", refere a UGT.
Matérias como a contratação a termo ou o 'outsourcing' são "inaceitáveis", refere a UGT.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
São o elo mais fraco da era digital, pela precariedade (são falsos recibos verdes). O Supremo deu-lhes razão, como fez com Gabriel. À noite e ao frio, fez entregas de comida na sua motorizada e há quatro meses ganhou o processo – soube pela SÁBADO.
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
Segundo a empresa a composição tinha 289 passageiros, quatro tripulantes e um maquinista a bordo
Estrutura da CGTP não assina acordo proposto pelo Governo, que segundo Sebastião Santana quer fechar as negociações para este ano com aumentos de 56,58 euros, ou um mínimo de 2,15%, e a subida do subsídio de refeição para 6,15 euros por dia.
Candidata presidencial garantiu que se for eleita vetará as alterações à lei propostas pelo Governo.
Adiamento deveu-se a "motivos de agenda".
A manifestação vai decorrer na véspera de a CGTP ser recebida pelo primeiro-ministro, em S. Bento, num encontro pedido pela central sindical e em que deverá também estar presente a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
"Os partidos políticos têm as suas posições, as suas ideologias, as suas propostas, mas entre eleições há compromissos que têm que falar mais alto", frisou António José Seguro.
O acordo foi assinado em outubro de 2024 entre Governo, as quatro confederações empresariais e a União Geral de Trabalhadores (UGT).
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.
Salário mínimo nacional vai aumentar 50 euros brutos no próximo ano. Decreto-lei do Governo foi publicado esta segunda-feira em Diário da República, dando cumprimento ao acordado com as confederações patronais e a UGT. Aumento fica, porém, abaixo do ritmo necessário para atingir os prometidos 1.100 euros em 2029.
Barómetro da Intercampus mostra que 6 em cada 10 inquiridos concordam com a paralisação de 11 de dezembro convocada pela UGT e CGTP, apesar de quase três quartos não terem feito greve.
Leitão Amaro disse que este é um "aumento significativo" e que em ano e meio o salário mínimo aumentou 100 euros.
Manuel Castro Almeida assegura que o Executivo tem de negociar com as centrais sindicais para o anteprojeto da reforma laboral chegar a bom porto. "Se for preciso deixar cair 10 ou 20 muito bem", reconhece.