Homem detido por crimes sexuais contra quatro crianças em Sintra
Suspeito está em prisão preventiva.
Suspeito está em prisão preventiva.
A defesa pede a absolvição da pena de três anos e meio de pena suspensa a que o tribunal de Sintra condenou o agente Bruno Pinto.
Sobreo diretor nacional da PSP, que se manifestou solidário com o agente condenado, Jorge Pinto considerou que "quando alguém age mal", o normal será que "o diretor nacional se coloque ao lado da vítima, se coloque ao lado da justiça".
Numa iniciativa organizada pelo movimento Vida Justa.
"Sem justiça não há paz" é o lema da manifestação em Lisboa, que fará o percurso entre o Largo de São Domingos, de onde sairá às 17H, e o Largo José Saramago.
"É uma validação de que a morte das pessoas negras e pobres da classe trabalhadora não constitui uma perda social”, diz Flávio Almada.
"Ponderamos recorrer da decisão", disse o advogado, acrescentando que, no seu entender, ter-se-ia "feito justiça" se Bruno Pinto tivesse sido absolvido por "aplicação do princípio da legítima defesa putativa".
O tribunal deu como provado que Odair Moniz não transportava nenhuma faca consigo.
Ao longo do julgamento foram ouvidas várias testemunhas, incluindo agentes da PSP que estiveram na Cova da Moura na madrugada da morte, vizinhos que assistiram ao momento e inspetores da Polícia Judiciária que participaram na investigação.
Cláudia Soares disse ao tribunal: “É a minha convicção que não existiu uma arma branca”.
Ao longo do julgamento testemunhas asseguraram que Odaír não tinha qualquer faca na mão quando foi atingido pelo agente Bruno Pinto, que por sua vez alegou que acreditou que quando disparou Odaír o estava a ameaçar com uma faca.
Álvaro dos Santos da Silva na lista de créditos reconhecidos como sendo credor de 893 mil euros (entre créditos laborais de 5.170 euros, créditos em caso de cessação de contrato de 6.424 euros e um empréstimo de 874.613 euros que, com juros, sobe para 881.410 euros).
Julgamento decorre no Tribunal de Sintra.
Nome e morada de José Piedade - que está a julgar Luís Filipe Vieira e Rui Rangel - constavam de um ficheiro com dados de magistrados, aos quais seriam enviados convites para jogos.
Nenhum dos crimes que constavam na acusação foi provado durante o julgamento que começou no início de outubro.
As detenções ocorreram na sequência de uma investigação iniciada em outubro de 2024.