Medicamentos para emagrecer motivam uma suspeita de reação adversa por dia
No conjunto das quatro substâncias, foram registadas 61 notificações em 2024, 368 em 2025 e 266 até 21 de setembro de 2026.
No conjunto das quatro substâncias, foram registadas 61 notificações em 2024, 368 em 2025 e 266 até 21 de setembro de 2026.
Endocrinologista alertou para o risco de estes tratamentos agravarem comportamentos alimentares patológicos, como a anorexia e a ortorexia, uma preocupação obsessiva com uma alimentação considerada saudável.
São tão eficazes quanto a cirurgia bariátrica e também têm benefícios ao nível do coração, rins e fígado. Os especialistas acreditam que vão revolucionar o tratamento da obesidade.
A newsletter de sexta-feira.
Um estudo feito pela fabricante do Ozempic demonstrou que mais de 40% das crianças tratadas com o fármaco deixaram de ser obesas em 15 meses. Há quatro centros no país onde estão a decorrer ensaios destes medicamentos em idades precoces.
Defende que a capacidade de escolha é o melhor aliado para não deixar que a dopamina, a chamada “hormona do desejo”, nos domine. Entretanto, ponha música a tocar e conheça outros truques para introduzir no dia a dia
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
O Ozempic obteve autorização de comparticipação para o "tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2, insuficientemente controlada, com IMC igual ou superior a 30 kg/m2 ou risco elevado de doença cardiovascular".
Na verdade existe, chama-se naltrexona e destina-se a tratar as dependências desta substância - não para um uso recreativo. Profissionais de saúde no Reino Unido sugerem que poderia ajudar a combater os excessos das festividades.
Doença afeta mil milhões de pessoas em todo o mundo.
A comparticipação destes remédios pode ter um custo de €600 milhões por ano. Mas especialistas apontam para os benefícios.
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Se se avançasse com uma comparticipação de 90% de todos os medicamentos, o Estado gastaria dois mil milhões de euros.
Eliminam a sensação de fome e estão a revolucionar o tratamento da obesidade e de outras doenças crónicas provocadas pelo excesso de peso. Apesar de ter sido o primeiro país da Europa a declarar a patologia como uma doença crónica, Portugal ainda não comparticipa estes fármacos. Um erro e uma injustiça, defendem os especialistas.
Em causa está a disponibilidade dos medicamentos da classe dos agonistas dos recetores GLP-1 (semaglutido, dulaglutido, liraglutido e exenatido), onde se inclui o Ozempic, desenvolvido para tratar a diabetes tipo 2, mas que está também a ser usado para combater a obesidade e ajudar à perda de peso.
São já cinco os medicamentos para a obesidade disponíveis em Portugal, no entanto nenhum tem comparticipação. A SÁBADO falou com dois especialistas e as opiniões dividem-se entre o apoio aos fármacos e a precaução devido à falta de estudo sobre possíveis consequências no futuro.