PJ identifica menor de 13 anos por suspeita de três fogos em Tábua
Segundo a Polícia Judiciária, o menor apenas tomou consciência da dimensão do perigo após contacto com as autoridades.
Segundo a Polícia Judiciária, o menor apenas tomou consciência da dimensão do perigo após contacto com as autoridades.
Trata-se de uma viatura apreendida numa processo-crime no âmbito de tráfico de droga que já era utilizada pelo ministro da Administração Interna enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária.
O adolescente foi detido pela PSP, mas a Polícia Judiciária foi acionada e identificou o menor de 15 anos por fortes indícios de homicídio qualificado na forma consumada.
Em causa estão dois factos relacionados com viagens que resultaram de "inúmeras inspeções", da Polícia Judiciária, avança o ministro da Administração Interna.
Os liberais consideram que "estas questões não foram até à data cabalmente esclarecidas" e que "a recente conferência de imprensa do Diretor Nacional da Polícia Judiciária à data, Dr. Luis Neves" ficou "longe de esclarecer estas questões".
O gabinete de André Ventura na Assembleia da República foi vandalizado, segundo o Chega, tendo o alerta sido dado esta manhã por um deputado do partido. A Polícia Judiciária foi chamada ao local e está no parlamento a investigar.
Rita Alarcão Júdice diz não querer criticar "ninguém" por decidir falar quando tem "todos os elementos reunidos". E acredita que este caso não diminuiu a confiança dos portugueses na Polícia Judiciária.
Neves é um meme ambulante, perdeu as condições institucionais para ser levado a sério em funções tão sérias. Será, já é, pasto para graçolas de café sobre tanques, atrelados e madeiras. Um ministro ainda podia alegar ignorância, distração, imprudência. Um ex-diretor da Polícia Judiciária, nunca: é o homem que sabia demais para poder dizer que não sabia.
Computadores da SAD foram alvo de análise depois de uma denúncia anónima.
Os factos ocorreram no dia 1 de junho, cerca das 21:00, no interior de um prédio.
Imagens a circular nas redes sociais retratam desordem ocorrida a 21 de junho na zona da Ameixoeira, em Lisboa. PSP comunicou caso ao Ministério Público e Polícia Judiciária.
Polícia Judiciária e Ministério Público não partilharam a informação sobre os ataques que o Movimento Armilar Lusitano (MAL) estava a planear com o Serviço de Informações de Segurança. Por isso, não foi feita a avaliação da segurança das mais de 170 pessoas que integravam a "Lista dos Indesejáveis".
Tudo terá acontecido na sequência de uma discussão com a companheira. A Polícia Judiciária foi acionada.
O alerta foi dado cerca das 03h00, tendo sido acionada a PSP e posteriormente a Polícia Judiciaria, que se encontra com a investigação.
Esquema já está a ser investigado pela Polícia Judiciária.
Ao longo do julgamento foram ouvidas várias testemunhas, incluindo agentes da PSP que estiveram na Cova da Moura na madrugada da morte, vizinhos que assistiram ao momento e inspetores da Polícia Judiciária que participaram na investigação.