OMS procura mais de 80 passageiros de voo onde seguiu mulher infetada com hantavírus
Autoridades sul-africanas solicitaram à companhia aérea que informe os passageiros afetados para que contactem o Ministério da Saúde.
Autoridades sul-africanas solicitaram à companhia aérea que informe os passageiros afetados para que contactem o Ministério da Saúde.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) está a investigar a possibilidade de transmissão de hantavírus entre humanos, que gerou um surto a bordo de um navio cruzeiro no Atlântico. Até ao momento, há registo de três mortos e sete pessoas infetadas. Segundo a diretora de preparação para epidemias e pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove, este tipo de transmissão é raro, mas já foi registado em surtos anteriores, estando em curso uma avaliação detalhada do risco.
A Oceanwide Expeditions, empresa responsável pelo cruzeiro, está a ultimar com as autoridades a retirada dos dois tripulantes com sintomas respiratórios que precisam de assistência médica urgente.
Autoridades suspeitam que surto de hantavírus matou três pessoas a bordo de cruzeiro. Isto é tudo o que precisa de saber sobre este vírus.
A ONU refere que roedores ou pragas são frequentemente visíveis em 80% dos locais onde as famílias deslocadas vivem e afetam cerca de 1,45 milhões de pessoas.
Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.
O conflito que o Exército do Sudão e os paramilitares das Forças de Apoio Rápido travam desde 2023 transformou aproximadamente dois terços da população do país em requerentes de ajuda humanitária.
Na segunda-feira, a Secretaria-Geral do Governo esclareceu que a ferramenta contratada da irlandesa NewsWhip é "um tipo de 'clipping' moderno" que pesquisa em fontes abertas e de conteúdos públicos e rejeitou que tal seja para monitorizar jornalistas.
Este esclarecimento, enviado por 'mail, surge depois do Correio da Manhã (CM) ter noticiado que o "Governo paga 40 mil euros para vigiar redes sociais e reagir a polémicas".
A epidemia dos remédios falsos e a saída dos EUA da NATO estão entre as manchetes desta quinta-feira.
No cancro e nas doenças cardiovasculares, as falsas promessas de cura levam pacientes a abandonar tratamentos - e podem contribuir para enfartes. Nas vacinas, são mesmo uma questão de saúde pública. Saiba como as combater.
O inquérito realizado no âmbito do Dia da Defesa Nacional dá conta de que 61% dos jovens usa, em média, a internet durante quatro horas ou mais por dia.
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
Ao contrário do que foi transmitido nas últimas décadas, as bebidas alcoólicas têm mais riscos do que potenciais benefícios. O seu consumo está associado a sete cancros. Quanto mais se bebe, maior o perigo, mas há consequências logo a partir do primeiro golo.
O estado está a tentar conter um vírus mortal para o qual ainda não há tratamento. A Europa nunca registou casos, mas tem “potencial pandémico”. O que é o Nipah?
A saída norte-americana tem levantado preocupações em matéria de cooperação global na saúde, sobretudo face a futuras pandemias.