Câmara de Lisboa preocupada com grupo neonazi que integrava membro da Polícia Municipal
Carlos Moedas garantiu que não foi informado de nada sobre esse assunto.
Carlos Moedas garantiu que não foi informado de nada sobre esse assunto.
Um lanchinho, cervejas ou uma dentadura nova: os votos têm muitos preços e às vezes só são pagos anos mais tarde. O poder partidário é uma máquina bem oleada, com equipas agarradas ao telefone e condutores que levam idosos a votar.
Bruttosuave, como é conhecido na Internet, cria músicas através de inteligência artificial e alega ter perdido monetização depois de ter sido alvo de queixas contra os vídeos.
O grande repórter Carlos Rodrigues de Lima revelou na NOW pormenores sobre os planos do Movimento Armilar Lusitano contra o primeiro-ministro Luís Montenegro. O jornalista afirmou que "no que diz respeito a Montenegro, os elementos do grupo chegaram a trocar mensagens e a falar sobre uma ação concreta". O grupo neonazi, que tinha uma "lista dos indesejáveis", chegou a equacionar o sequestro do governante ou o lançamento de uma granada contra a sua residência.
Agente da PSP recolheu informações do primeiro-ministro. Membros do grupo discutiram hipótese de sequestro ou lançamento de uma granada para a casa do primeiro-ministro e tinham lista de políticos e comentadores como alvos.
Conhecido como “o polícia antirracista”, tornou-se incómodo por apontar o dedo ao preconceito no interior da PSP. O caso da esquadra do Rato devolve à memória as denúncias.
Autoridades identificaram outros suspeitos dentro e fora do país.
Miguel D'Almada foi condenado a uma pena de seis anos e meio de cadeia.
Documento foi entregue na Assembleia da República.
As autoridades destacaram também a presença de jovens extremistas de direita que partilham, através das redes sociais, conteúdos de "propaganda do terrorismo islamista".
Ainda envolvido em controvérsia por comentários antissemitas, Kanye procura reerguer-se com uma digressão que termina em Portugal. Bilhetes voaram.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
A multiplicação de movimentos de extrema-direita, como o Grupo 1143, levou grupo de militantes da esquerda radical a abandonar a “reforma” e a retomar a atividade em Portugal
"Infelizmente, neste ano e no ano transato, têm sido [conhecidas] situações muito graves de condutas impróprias nas forças de segurança", reconheceu Pedro Figueiredo.
Rui Afonso classificou as alegações de um arguido no caso 1143 como um "verdadeiro disparate".
Tirso Faria disse ao "Público" que o deputado Rui Afonso "inscreveu dezenas de membros [do 1143] no partido, pagou-lhes meses de quotas e quantias para irem votar".