Mau tempo: Situação de calamidade e isenção de portagens terminam este domingo
Calamidade foi decretada pelo Governo a 29 de janeiro nas zonas mais afetadas pela depressão Kristin, e duas vezes prolongada após novas tempestades.
Calamidade foi decretada pelo Governo a 29 de janeiro nas zonas mais afetadas pela depressão Kristin, e duas vezes prolongada após novas tempestades.
Circulação não está interdita, de acordo com fonte oficial da Proteção Civil.
LNEC deverá apresentar, no prazo de 30 dias úteis, os critérios e planeamento dos trabalhos.
São várias as linhas que durante o dia de hoje irão estar suspensas, em consequência das condições meteorológicas adversas.
As equipas da Infraestruturas de Portugal (IP) estão no terreno para tentar repor a circulação, assim que possível.
Na CMTV, ministro das Infraestruturas confirmou que já são menos de 100 mil os clientes sem energia e admitiu rever o apoio individual de 10 mil euros para recuperar dos danos do mau tempo.
Pelas 15h00, o ponto de situação feita pela empresa indicava que, na Linha de Minho, a circulação continuava suspensa entre as estações de Barcelos e Tamel.
Entre as ocorrências, registaram-se 358 quedas de árvores, 149 quedas de estruturas, 134 inundações, 69 movimentos de massas e deslizamentos de taludes e 54 limpezas de via.
Em causa estão falhas na rede elétrica e queda de árvores.
A IP estimou "durante 2026 iniciar a operação em tração elétrica no troço Meleças-Malveira, alimentado temporariamente a partir da subestação de tração da Amadora".
Paulo Silva fez hoje o percurso entre as duas margens juntamente com um dos promotores de uma petição intitulada "Pela melhoria urgente do serviço da Fertagus e pelo fim dos atrasos e supressões constantes".
Resolução do Conselho de Ministros, publicada esta segunda-feira, autoriza a IP a assumir os encargos com o contrato de concessão do troço Oiã-Soure, com início previsto para o próximo mês de julho.
Circulação de comboios esteve cortada durante a manhã, mas foi restabelecida "sem restrições" pelas 12h43.
Acidente aconteceu na manhã deste sábado, em Queluz.
O ministro das Infraestruturas diz que o modelo ainda vai ser analisado pela IP, mas salientou “o primado do Governo pelo princípio do utilizador-pagador”.
Aluimento de terras está na origem do descarrilamento. Composição transportava 16 pessoas, mas há apenas um ferido ligeiro.