Bombeira atropelada quando ia para o quartel em Leiria: condutor em fuga
O alerta para o acidente chegou às autoridades pelas 07h40 e ao local acorreram, além da GNR, meios dos bombeiros e do Instituto Nacional de Emergência Médica.
O alerta para o acidente chegou às autoridades pelas 07h40 e ao local acorreram, além da GNR, meios dos bombeiros e do Instituto Nacional de Emergência Médica.
Fonte do Comando Territorial de Leiria da GNR confirmou a vítima mortal quando procedia à reparação do telhado.
A GNR recomendou aos cidadãos para que não permitam a entrada de estranhos em casa, "mesmo que se identifiquem como técnicos de reparação" ou funcionários do Estado "sem que tenha solicitado o serviço previamente".
Fonte do Comando Territorial de Leiria da GNR adiantou que vítima tinha 74 anos.
A SÁBADO noticiou que um jornalista foi abordado por agentes da GNR que lhe perguntaram por que questionava deputados, chamando em seguida um superior que "proibiu a continuação da reportagem".
Alunos em pânico a chorar e a vomitar nas salas. GNR foi chamada mas já não encontrou ninguém. Rixa entre alunas na origem da situação.
O suspeito, de nacionalidade estrangeira, e a jovem, portuguesa, seguiam num autocarro, tendo o homem sido detido na área de serviço de Aljustrel.
Indivíduo é suspeito dos crimes de burla e usurpação de funções.
Segundo dados da GNR, houve 566 acidentes, que causaram também 13 feridos graves e 152 ligeiros.
Além desta medida para diminuir as filas, o Governo decidiu suspender o sistema europeu de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários durante três meses.
Vinte e oito das mortes foram causadas por acidentes em vias patrulhadas pela GNR e dez por sinistros em centros urbanos.
Segundo o balanço da PSP e da GNR.
O responsável pela associação que representa os oficiais da GNR considerou que existe "quase como que uma tentativa" da GNR, que é de cariz militar, "colocar a polícia civil na ordem".
Durante esta operação os militares fiscalizaram 8.962 condutores,
Autoridades mantêm ação de fiscalização até ao próximo domingo.
O militar, colocado à data das burlas no posto da GNR de Fafe, tem 13 anos de cadeia para cumprir por instigar um esquema de burlas superiores a 400 mil euros, que lhe permitiu ter uma vida de luxo, juntamente com a mulher, que era auditora de justiça e futura juíza.