O que vai parar com a greve geral de 3 de junho?
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
Sindicato garante que "todas as empresas de transportes" de norte a sul do País foram mobilizadas e que até já foram entregues os pré-avisos de greve. Em causa está a aprovação do pacote laboral.
O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.
Foi alcançado um acordo com a empresa que garante algumas das condições que haviam levado ao pré-aviso de greve.
A paralisação é justificada pelo incumprimento de acordos assinados em 2019, nomeadamente ao nível da formação e organização do trabalho.
Para este período de greve, não foram decretados serviços mínimos, apesar do pedido da administração, que não foi deferido em tribunal.
Sindicato vê, no entanto, com"muita dificuldade a suspensão da greve" de quinta-feira.
Os trabalhadores do ML já tinham cumprido na terça-feira uma greve parcial
A paralisação foi marcada das 05:00 às 10:00 para os trabalhadores da operação.
Há greves parciais hoje e quinta-feira entre as 05h às 10h para os trabalhadores da operação.
O descarrilamento do ascensor põe em causa o plano de manutenção da Carris. Empresa que venceu o concurso era estreante no setor e apresentou proposta por metade do preço-base. Carris diz que "exigências devem ser as adequadas de forma a não implicar uma limitação indevida da concorrência."
O tribunal arbitral não decretou serviços mínimos para estas greves parciais e o serviço abrirá apenas a partir das 10:30.
Pelo menos 15 pessoas morreram num acidente "gravíssimo" no centro de Lisboa. Cabo de segurança terá partido, dando origem ao acidente.
Em causa está a “falta de respostas às suas reivindicações”.
O autarca frisou que saber 24 horas antes da realização do plenário não possibilita "haver serviços mínimos", já que não é uma greve e vai prejudicar os lisboetas "na noite mais importante da cidade", véspera de Santo António.
Circulação pretende responder à suspensão no serviço anunciada pelo Metropolitano de Lisboa, que acontece a partir das 20h00.