Nuno Palma: “Somos a Venezuela da Europa”
O economista aponta ao “vício dos fundos europeus” que tornaram o País um “Estado-cliente” da UE incapaz de se reformar para convergir. Com um “ministério das reformas a fingir” e uma “indústria de fundos”.
O economista aponta ao “vício dos fundos europeus” que tornaram o País um “Estado-cliente” da UE incapaz de se reformar para convergir. Com um “ministério das reformas a fingir” e uma “indústria de fundos”.
São perto de 50 as comunicações de António Costa intercetadas. O ex-presidente do Supremo alertou para riscos de escrutínio da ação política pela justiça, mas outra decisão deste tribunal validou a manutenção das conversas num processo que escutou mais de 20 pessoas, apanhando na rede desabafos, cunhas, a gestão do governo e do PS.
“Estava tudo à vista” quando o ex-primeiro-ministro foi eleito e reeleito e escreveu um livro a demonstrá-lo. Garante que não está obcecado com ele – o País é que não pensa o suficiente no caso Sócrates e mantém o padrão do deixar passar, até com o atual primeiro-ministro. Fez o retrato de uma “personagem fascinante” que – esqueçam Ventura – pôs mesmo em causa o Estado de direito. O PS fez-se cego e ainda há socráticos por aí. “Deixa-me embasbacado.”
A potencial ida do Banco de Portugal para o terreno da antiga Feira Popular está longe de ser a primeira tentativa para concentrar serviços num só local. O prédio a substituir em Lisboa está coberto por andaimes desde 2021.
Nos tempos que correm, o novo "Casal Europa" não precisa e não tem de viver no mesmo quarto. Mas têm uma casa comum que é a União Europeia. Como se diz agora, vão "viver juntos separadamente", mas de preferência a favor da Europa e dos Europeus.
Os portugueses, nas primeiras sondagens, já atribuíram 20% das intenções de voto a Gouveia e Melo. Se o País fosse ao divã, tinha muito por onde pegar. Há material de introspeção para os próximos 900 anos.
A comissária indigitada para a pasta dos Serviços Financeiros diz não ter interesses financeiros a declarar, apenas uma casa e um crédito à habitação.
O primeiro-ministro Luís Montenegro anunciou Maria Luís Albuquerque como nova comissária europeia.
Elisa Ferreira é a atual comissária para a Coesão e Reformas, responsável pelos fundos europeus.
O politólogo e professor de relações internacionais José Filipe Pinto sublinha, à SÁBADO, a capacidade portuguesa de adaptação a outras culturas, sem colocar em causa características próprias: o segredo dos políticos para se destacarem nas instituições internacionais.
O programa ‘Europa Viva’ esteve à conversa com Elisa Ferreira, a comissária portuguesa da coesão e das reformas, com a ambição de perceber as perspetivas da comissária para Portugal e para a Europa.
Política de coesão, que apoia projetos de desenvolvimento a longo prazo, reorganizou-se e criou instrumentos que permitiram aos Estados-membros usar esse dinheiro para combater a pandemia.
A integração europeia faz parte do ideário pós 25 de abril. Os 3Ds do MFA: Descolonizar, Desenvolver, Democratizar são catalisados através da integração europeia.
Os galardões Novo Bauhaus Europeu, instituídos há quatro anos, visam distinguir projetos ambientais, económicos e culturais que combinem sustentabilidade, acessibilidade de preços e investimento.
Segundo o gabinete do primeiro-ministro, esta ronda de contactos "com alguns dos principais protagonistas europeus com quem mais trabalhou" servirá para António Costa transmitir uma "mensagem de agradecimento pelo trabalho construído, em boa articulação, ao longo dos últimos oito anos".
Gostou, mas cansou-se de ser ministro. Já não tinha paciência para ouvir “o José Gomes Ferreira a dizer alarvidades” ou para o “Sexta às Nove da Sandra Felgueiras”. Numa conversa antes da queda do Governo, conta que nunca o verão a comentá-lo, como alguns ex-colegas.