Delcy Rodríguez, a mulher que lidera a Venezuela sob ameaça de "pagar um preço muito grande" se não agradar a Trump
A vice-presidente da Venezuela já passou por vários dos Ministérios desde a implementação do chavismo no país.
A vice-presidente da Venezuela já passou por vários dos Ministérios desde a implementação do chavismo no país.
O embaixador dinamarquês nos Estados Unidos já referiu que os países são “aliados próximos" e reforçou: "A segurança dos EUA também é a segurança da Gronelândia e da Dinamarca”.
Vários luso-venezuelanos explicaram à agência Lusa que os moradores foram aconselhados a não saírem depois das 20:00 locais, como medida de segurança interna.
Estados Unidos realizaram, este sábado, uma ação militar relâmpago para capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, Cilia Flores.
Candidato não tem dúvidas de que os EUA violaram o direito internacional.
Candidato considera que o Executivo devia ser "taxativo a condenar todas as invasões".
Presidente do Governo Regional da Madeira acredita que os Estados Unidos da América não vão permitir a permanência do regime chavista.
Em causa ataque à Venezuela que culminou com a captura de Nicolás Maduro e a mulher.
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
Ministério dos Negócios Estrangeiros do país classificou a operação dos EUA como uma "flagrante violação do direito internacional".
Menos de 24 horas depois de ter sido capturado pelos Estados Unidos, em Caracas.
Torna-se na primeira mulher na história do país sul-americano a chefiar o executivo.
A SÁBADO teve acesso a uma carta enviada ao ministério dos Negócios Estrangeiros.
Francisco Pereira Coutinho, especialista em direito internacional, questiona a legalidade do ataque, uma vez que “não houve sequer uma tentativa de o justificar".
Kiev tinha já dito que defende "o direito das nações de viver livres de ditadura, opressão e violações dos direitos humanos".
Questionado sobre Edmundo González, candidato da oposição que reclama a vitória nas eleições presidenciais de julho de 2024, Rangel considerou tratar-se de "uma solução a prazo perfeitamente aceitável, talvez a preferível".