Escritor Francisco José Viegas vai ser consultor de Cultura do Presidente da República
Editor foi também jornalista e secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho.
Editor foi também jornalista e secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho.
No 25.º Congresso do PS, em Viseu.
Este Conselho de Estado acontece já depois da primeira Presidência Aberta de Seguro, que acontecerá entre 06 e 10 de abril.
O que se descreve não é normal, não é regular, não é aceitável e não parece ser bom para ninguém, a começar pelo tão criticado “regime”. Mas se o regime se auto-destrata assim, não se pode queixar de quem não o respeita. A incapacidade para executar mecanismos básicos de substituição de pessoas em vários cargos, e que dependem de acordo parlamentar, não é uma mera burocracia, é um teste aos mecanismos que a Constituição estabeleceu e que sustentam na base a arquitetura democrática.
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
Sem fugas de informação, não fez convite nenhum para a Casa Civil antes da tomada de posse e divide o tempo entre o escritório e as visitas silenciosas ao terreno.
Este novo pedido de adiamento partiu desta vez do Chega e terá a concordância do PSD, mas, para se efetivar, nenhum dos partidos poderá manifestar a sua oposição.
É absolutamente vital não deixar permitir por mais tempo a destruição do Estado Social e a deterioração do nível de vida dos portugueses e das portuguesas que é tão propício ao ressurgimento do novo D. Sebastião, ou seja, o verdadeiro herói e líder das Direitas, Pedro Passos Coelho.
Foi presidente do partido entre 1992 e 2011, e presidente honorário desde então e até à data da sua morte, em 18 de janeiro de 2016.
Tem agenda e quer trabalhar com metas. Sem boys e com registos transparentes das reuniões. Pretende falar pouco (em público) e promete ser fiel a Montenegro.
Cerimónia realiza-se no átrio central da sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em Lisboa.
É injusto dizer que Seguro não se definiu. Foi claro em relação às leis laborais, a uma eventual revisão constitucional e em relação às áreas que considerou prioritárias, como a segurança ou a saúde.
Chegou antes de Marcelo às zonas afetadas pelo temporal. No carro, telefona a autarcas, seguradoras, empresários e bombeiros. Decidiu sozinho deslocar-se ao terreno. Planeia em silêncio, mas precisa do contacto com a população. Os dias em que Seguro afinou a sensibilidade presidencial.
Ventura não ganhará. E talvez fosse desejável que fizesse um percurso semelhante ao de Paulo Portas: não para se diluir numa voz indistinta, mas para, defendendo uma visão mais populista da sociedade, abandonar a verve de ameaça direta à democracia que hoje o define.
Candidato esteve este domingo em entrevista na SIC Notícias onde falou sobre a questão do mau tempo, dos incêndios, do plano internacional e sobre um eventual chumbo do Orçamento do Estado.
O relatório sobre a admissibilidade da petição, da autoria da deputada socialista Isabel Moreira, teve os votos contra do Chega, a abstenção do CDS e foi aprovado pelo PSD, PS e Iniciativa Liberal.