Cuba pede "contribuição" da ONU para deter agressão militar dos Estados Unidos
Chefe da diplomacia cubana, Bruno Rodríguez, esteve reunido com António Guterres.
Chefe da diplomacia cubana, Bruno Rodríguez, esteve reunido com António Guterres.
Cresceu num monte alentejano, vendeu pneus, foi professor de Biologia, investigador da PJ, autarca e autor de novelas, séries de televisão e de duas dezenas de livros. Acaba de lançar Sangue e Silêncio no Poço dos Negros, o seu segundo policial.
Em março, o jornal New York Times noticiou que a administração Trump estava a negociar a extradição de Saab, um aliado importante do antigo Presidente venezuelano Nicolás Maduro.
A cantora surpreendeu o País com um disco novo, "Hormonal". Em entrevista à SÁBADO, fala da carreira, da maternidade que inspira o álbum e de uma canção especial que escreveu para a filha.
Apesar de não existirem dados oficiais públicos sobre a quantidade de cidadãos europeus que residem atualmente na Venezuela, historicamente as comunidades espanhola, italiana, portuguesa e alemã são referenciadas como as maiores.
De acordo com a organização não governamental Justiça, Encontro e Perdão estão presas na Venezuela 667 pessoas por motivos políticos, entre eles cinco cidadãos portugueses.
Guterres disse que acredita que “não é possível que se repita [em Cuba] uma situação semelhante” à operação militar lançada pelos Estados Unidos em janeiro contra a Venezuela, que culminou na captura do ex-presidente Nicolás Maduro, porque a situação na Venezuela “era completamente diferente”.
Esta morte eleva para 20 o número de presos políticos que morreram sob custódia desde 2014.
Detido em Nova Iorque desde janeiro, ex-presidente da Venezuela desenvolveu uma obsessão pelo Papa e cita frequentemente excertos da Bíblia. Nos telefonemas que faz para casa, pergunta pela família, pela política venezuelana e fala de futebol.
O primeiro voo comercial direto entre os Estados Unidos e a Venezuela desde 2019 aterrou em Caracas, marcando o regresso das ligações aéreas entre os dois países após anos de suspensão.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, reuniu-se, esta sexta-feira, em Caracas com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, no primeiro encontro entre os dois países desde a saída de Nicolás Maduro do poder.
Opositora venezuelana vai reunir-se com o primeiro-ministro às 15h em São Bento. Visita surge depois de a vencedora do Prémio Nobel da Paz ter passado por Espanha.
A líder venezuelana agradeceu a Donald Trump, ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e a "todas as equipas que também estiveram envolvidas" no regresso da Venezuela à organização financeira.
Estas passam a estar autorizadas a prestar uma série de "serviços financeiros", como a manutenção de contas bancárias, a emissão de cartões e a transferência de fundos ou câmbio de moeda para os venezuelanos nos Estados Unidos.
Nos termos da Constituição do país sul-americano, de acordo com o tribunal, as ausências temporárias devem ser preenchidas pelo vice-presidente por um período máximo de 90 dias.
A chegada deste navio, que transporta mais de 700 mil barris de crude, ao principal porto petrolífero do país trará algum alívio à crise energética e económica da ilha caribenha.