Sobe para 110 número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos da Venezuela
Há ainda 55 desaparecidos.
Há ainda 55 desaparecidos.
O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis.
Anúncio foi feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.
Há ainda 57 desaparecidos.
Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial do país.
Fabiana vivia no primeiro andar de um prédio que colapsou. Estava na cozinha quando as paredes à sua volta ruíram.
Depois da captura de Maduro não trazido uma mudança de regime, a insatisfação social reforçada pelas consequências do sismo podem levar à contestação social no país.
Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Venezuelano esteve oito dias soterrado. Ficou debaixo dos escombros no estacionamento de um centro comercial em Catia La Mar, onde trabalhava como segurança.
17 são crianças e 76 são adultos.
Um duplo sismo atingiu a Venezuela no dia 24 de junho e a população e equipas de resgate continuam a buscam por corpos.
Serão transportadas seis toneladas de medicamentos, 15 toneladas de material de higiene, material de conforto e de saneamento e duas ambulâncias completamente equipadas.
O número total de mortos subiu para 2.295 e registam-se 12.400 feridos.
Entre os 79 mortos, 69 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 14 crianças e 65 adultos.
Montenegro assegurou que o Governo português continua a acompanhar de forma "muito próxima" os trabalhos de recuperação.
Os relatos da comunidade portuguesa chegam depois dos sismos que abanaram o país e revelam uma "situação terrível".