O que vai parar com a greve geral de 3 de junho?
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.
Entrega do pré-aviso acontecerá dias depois de o Governo ter dado por terminado as negociações da reforma laboral.
Muitos portugueses aproveitaram o feriado do Dia do Trabalhador para se fazerem ouvir e foram milhares as pessoas que saíram à rua para se juntarem às celebrações. Em Lisboa, a habitual manifestação convocada pela CGTP-IN percorreu a Avenida Almirante Reis, entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques.
A intersindical garantiu que os trabalhadores vão também lutar pela “derrota do pacote laboral”, que referiu ilustrar que o executivo de Luís Montenegro serve apenas “os interesses dos grandes patrões”.
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
Dirigente da CGTP criticou o líder do Chega por estar "sempre a falar de rendimento mínimo e nunca fala do rendimento máximo".
O secretário-geral salientou que os dados relativos à falta de docentes confirmam o agravamento da situação.
Candidato defende que "neste momento não estão reunidas as condições para uma lei [laboral] passar".
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.
A governante defendeu que é necessário ter legislação laboral que “ajude a economia a crescer, que esteja a olhar para as relações de trabalho do século XXI".
A responsável pela tutela defendeu estarem em causa "um conjunto de alterações muito significativas" e que, portanto, "nunca é possível, tecnicamente, começar da estaca-zero".
"Parou, parou!". Partido e as suas estruturas sindicais estão em hospitais, fábricas, estaleiros e terminais rodoviários a abordar e bloquear os "fura-greves".
Num plenário com as presenças dos secretários-gerais da CGTP/IN e UGT.
Concentrações vão decorrer no sábado durante a manhã.
Sindicato sublinha que o pacote laboral defendido pelo Governo representa "um gravíssimo retrocesso nos seus direitos".