Incêndios: Mais de 160 operacionais combatem incêndio no distrito de Vila Real
Neste momento não existem habitações em risco, mas estão a chegar mais reforços para combater o incêndio, que arde numa área de mato.
Neste momento não existem habitações em risco, mas estão a chegar mais reforços para combater o incêndio, que arde numa área de mato.
O incêndio está "controlado", mas ainda não está extinto, disse à Lusa fonte do comando de operações no local.
O alerta foi dado pelas 15h17 e o incêndio desenrola-se sobretudo numa zona de mato, distante de habitações.
Apesar da neblina e intensidade do fumo, pelas 10:20 estavam no terreno quatro meios aéreos, aproveitando "uma janela de oportunidade" para operarem em alguns pontos do incêndio, e durante o dia haverá um reforço destes meios.
Chamas causaram ainda a morte de animais na aldeia da Pastoria.
A simplificação administrativa deixou também de ser slogan e passou a ter métricas. O diagnóstico assumido pelo próprio ministro Adjunto e da Reforma do Estado foi cru: cerca de 356 horas para abrir uma empresa e mais 391 horas em obrigações burocráticas, ou seja, perto de 750 horas por ano perdidas em papelada, o equivalente a um terço do ano de trabalho de um empresário.
O fogo também obrigou ao corte da Estrada Municipal (EM) 544, entre Possacos e Fornos do Pinhal.
Devido ao avanço das chamas, a Estrada Municipal 589, em Peroselo, foi cortada ao trânsito.
As chamas andaram perto da zona industrial de Oiã, mas "o fogo não chegou a atingir a zona das empresas".
O incêndio deflagrou por volta das 12h00 na União das Freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide e o vento e o declive do terreno têm dificultado o combate às chamas.
O fogo está a ser combatido por operacionais das regiões de Coimbra, Leiria e Aveiro. Pelas 20h30, 241 operacionais combatiam as chamas.
Mais de 300 mil pessoas já foram deslocadas na sequência dos fogos que assolam os dois países.
"Em qualquer fórum responderei a tudo e, quanto antes, terei uma conversa com os jornalistas relativamente a todos os pontos que estão em cima da mesa", disse.
Contra "a persistente" falta de pagamento do trabalho suplementar.
A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde concluiu que o produto não cumpre as normas legais.
O incêndio está a deflagrar num armazém no Bairro de São Francisco.