Perda gestacional, um luto vivido em silêncio

Exclusivo
A SÁBADO assistiu a uma reunião da associação Pais Coragem, que ajuda pais que perderam filhos durante a gravidez. A 15 de outubro, assinala-se o Dia para a Sensibilização da Perda Gestacional.
Por Débora Calheiros Exclusivo

A SÁBADO assistiu a uma reunião da associação Pais Coragem, que ajuda pais que perderam filhos durante a gravidez. A 15 de outubro, assinala-se o Dia para a Sensibilização da Perda Gestacional.

Por Débora Calheiros

As vidas de Joana, Odília, Elton e Alice nunca se tinham cruzado, mas existe algo que une estes pais: todos sofreram uma perda gestacional. Joana tinha 39 anos e estava grávida de 20 semanas quando perdeu a sua Mafalda. Os médicos tiveram de escolher entre a vida da mãe e a da filha. Mais tarde voltou a engravidar, mas sofreu um aborto espontâneo. Odília e Elton têm um filho e esperavam Camila quando, às 34 semanas, fizeram uma ressonância que confirmou que a sua filha não poderia nascer. Já Alice perdeu a sua filha às 31 semanas. Porém, conseguiu voltar a engravidar e hoje tem um filho com dois anos, a quem só deu nome no momento em que nasceu.

Todos eles se cruzam um dia por mês nas reuniões da associação Pais Coragem, criada pela enfermeira e terapeuta de luto Leonor Gonçalves. A SÁBADO esteve numa delas.  

Texto Débora Calheiros Lourenço 
Fotografia Pedro Catarino 
Vídeos Ana Sofia Pinto 
Edição Leonor Riso
Webdesign Edgar Lorga 
Produção multimédia Sandro Martins 
Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
Para activar o código da revista, clique aqui
Investigação