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O tudo por tudo de Portugal por uma cadeira na ONU

Tomás Guerreiro 06 de janeiro de 2026 às 23:00

Portugal quer pela quarta vez um lugar não permanente no Conselho de Segurança. “Abordo sempre este tema em qualquer viagem”, assume Paulo Rangel.

"É provável que Portugal consiga ser eleito por dois anos para um lugar não permanente no Conselho de Segurança da ONU”, diz à SÁBADO Victor Ângelo, ex-representante especial do Secretário Geral das Nações Unidas para as operações de paz nos mandatos de Kofi Annan (1997-2006) e Ban Ki-moon (2007-2017). O país tem em curso uma campanha para regressar a uma das mesas de decisão mais influentes do globo, no biénio 2027-2028, depois de já o ter conseguido em 1979, 1997 e 2011 - e um orçamento de 1,7 milhões de euros para o tentar novamente. “A candidatura está a cargo do Instituto Diplomático”, explica à SÁBADO Paulo Rangel, Ministro dos Negócios Estrangeiros, que assevera: “A máquina diplomática portuguesa trabalha cada vez mais nisto à medida que nos aproximamos de junho de 2026”, mês da eleição agendada para a 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas. A candidatura de Portugal foi formalizada em 2013.

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