José Rodrigues dos Santos responde a todas as críticas

José Rodrigues dos Santos 08 de dezembro de 2020

Num longo "esclarecimento" enviado à SÁBADO, o jornalista rebate as críticas de Carlos Vaz Marques, Irene Pimentel e João Pinto Coelho a propósito do livro O Mágico de Auschwitz e O Manuscrito de Birkenau.

A propósito dos meus romances O Mágico de Auschwitz e O Manuscrito de Birkenau, e das entrevistas que sobre eles dei, multiplicaram-se recentemente afirmações em tweets e no Facebook que desencadearam uma nova campanha de ódio. Ainda pensei em ignorar isto, pois estou habituado a ver práticas de bullying e intimidação contra tudo o que se atreva a desviar-se do conhecimento "autorizado", mas acabei por concluir que silenciar-me seria deixar que o ódio e a mentira prevalecessem e a desinformação prosseguisse. O problema é que as afirmações falsas são tantas e tão variadas que se torna exaustivo desmontá-las a todas. Mas como a Sábado teve o cuidado de publicar algumas com esmiuçado detalhe, respondo uma a uma às afirmações mencionadas na página online da revista que digam exclusivamente respeito a matéria factual. Antes de prosseguir, porém, parece-me importante sublinhar que é um absurdo falar sobre o que está em O Mágico de Auschwitz e O Manuscrito de Birkenau sem se ler as obras e apenas com base numa entrevista de vinte minutos. Portanto, leiam-nas primeiro e depois falem.

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