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Irmandade de Braga cobrava 40 mil euros de joia por vaga no lar

SÁBADO
SÁBADO 01 de julho de 2020 às 07:57

O Ministério Público acusa o ex-provedor da Irmandade de Santa Cruz, em Braga, e a IPSS de corrupção. Exigiram cerca de 300 mil euros em joias de entrada no lar.

O MP de Braga acusou a Irmandade de Santa Cruz, a mais antiga da cidade de Braga, de corrupção passiva por terem recebido indevidamente 297 mil euros em joias de entrada de 12 idosos. Ex-provedor também é acusado por ter, alegadamente, exigido verbas que variavam entre os 10 e os 40 mil euros, avança o Jornal de Notícias.

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