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PSD devolve acusações ao Governo e avisa que caso não está encerrado

27 de julho de 2017 às 13:52

Carlos Abreu Amorim disse que "indigno é não ter chegado, até ao momento, um cêntimo de dinheiro público" e de donativos às populações afectadas

O PSD devolveu hoje ao Governo as acusações de atitudes indignas na polémica em torno da lista de mortos nos incêndios de Pedrógão Grande e avisou que este caso não está encerrado.

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Pedrógão Grande
Foto: ANTÓNIO COTRIM/LUSA
Pedrógão Grande
Foto: REUTERS/Miguel Vidal
Pedrógão Grande
Foto: REUTERS/Miguel Vidal
Foto: Nuno André Ferreira
Pedrógão Grande
Foto: Raquel Wise
Pedrógão Grande
Foto: Raquel Wise
Foto: Vítor Mota/Cofina Media
Foto: Carlos Barroso/Correio da Manhã
Foto: Nuno André Ferreira/Cofina Media
Foto: Lusa
Foto: Lusa

Em declarações aos jornalistas, no parlamento, Carlos Abreu Amorim, vice-presidente da bancada do PSD, utilizou a mesma palavra - indigno - usada pelo executivo para dizer que "indigno é não ter chegado, até ao momento, um cêntimo de dinheiro público" e de donativos às populações afectadas pelos incêndios de Junho na região centro.

Como é indigno, repetiu, que o Governo tenha adiado para Setembro a aprovação de um projecto de lei do PSD, que tinha o apoio do PCP e do BE, que criava "um mecanismo urgente extrajudicial" para acelerar a reparação de danos às famílias dos mortos e dos feridos.

Carlos Abreu Amorim criticou a lentidão na divulgação da lista de mortos - que só aconteceu na terça-feira - e disse que foi "graças à pressão do PSD" e também da comunicação social que isso aconteceu.

O deputado do PSD deixou ainda o aviso de que "o caso" não está encerrado, com a divulgação da lista: "Os casos em democracia nunca estão encerrados."

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