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Prisão preventiva para um dos detidos na operação que recuperou 3 Glock

21 de fevereiro de 2018 às 13:24

O juiz de instrução criminal aplicou a medida de coação de prisão preventiva a um dos arguidos por se verificar "o concreto perigo de continuação da actividade criminosa"

Um dos três detidos pela PSP na operação em que foram recuperadas três das pistolas Glock furtadas da direcção nacional da PSP há mais de um ano ficou em prisão preventiva, indicou esta quarta-feira a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

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Foto:  Inês Gomes Lourenço / Correio da Manhã
Foto: Vítor Mota / Correio da Manhã
Foto: David Martins
Foto: Cofina Media
Foto: Cofina Media
Foto: Cofina Media

Numa nota divulgada na sua página da Internet, a PGDL adianta que, após o primeiro interrogatório judicial, não foram aplicadas medidas privativas de liberdade aos outros dois detidos, tendo um deles ficado com a obrigação de apresentação semanal na polícia da área de residência e o outro com Termo de Identidade e Residência.

Segundo a PGDL, o juiz de instrução criminal aplicou a medida de coação de prisão preventiva a um dos arguidos por se verificar "o concreto perigo de continuação da actividade criminosa". Aquele organismo do Ministério Público refere que os três arguidos estão indiciados pelo crime de tráfico de droga agravado e um de detenção de arma proibida.

Os arguidos dedicaram-se à venda de droga na grande Lisboa entre pelo menos Dezembro de 2017 e 18 de Fevereiro deste ano, data em que foram detidos pela PSP, droga que foi adquirida em Espanha e transportada para Portugal.

No total, a PSP apreendeu cerca de 700 quilogramas de droga (essencialmente de haxixe, cocaína e heroína) e 14 armas de fogo, incluindo três pistolas Glock e quatro metralhadoras.

As três Glock recuperadas na operação, realizada no passado domingo pela PSP em três locais dos concelhos de Mafra, Sintra e Odivelas, faziam parte das 57 pistolas que foram furtadas em Janeiro de 2017 da direcção nacional da Polícia de Segurança Pública, em Lisboa.

A investigação vai continuar sob a direcção do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa com a coadjuvação da PSP.

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