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Presidenciais: Líder do PAN reforça importância do voto independentemente de segunda volta

Lusa 18 de janeiro de 2026 às 13:19

Inês Sousa Real reforçou a importância do cargo de Presidente da República, que desempenha um papel que "diz muito à estabilidade e não apenas à representação do país lá fora".

A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, sublinhou a importância dos eleitores votarem este domingo independentemente de existir a possibilidade de uma segunda volta das eleições presidenciais, lembrando o papel do Presidente da República na "estabilidade" do país.
'Saiam de casa, venham votar': Inês Sousa Real apela ao voto
"Independentemente das pessoas saberem que existe a possibilidade de haver uma segunda volta, que não deixem de sair para ir votar, porque estamos a decidir aquilo que vão ser os próximos anos, de um papel, o mais alto papel da nação, que nos diz respeito a todos e a todas ao nível da nossa qualidade de vida", disse a deputada única, que votou esta manhã, pelas 11:20, na Escola Básica de Telheiras, em Lisboa. A líder do PAN reforçou a importância do cargo de Presidente da República, que desempenha um papel que "diz muito à estabilidade e não apenas à representação do país lá fora", sobretudo num contexto de "instabilidade geopolítica". Inês Sousa Real salientou ainda a importância da "adaptação dos votos em braile", que permite que as "pessoas com deficiência visual possam também participar". A líder do PAN referiu ainda que espera que hoje se derrote a abstenção em relação à última eleição presidencial, até porque isso "poderá também ser decisivo em relação à segunda volta". Nas eleições presidenciais de 2021 registou-se uma abstenção de 60,76%, a mais elevada de sempre em presidenciais, num sufrágio que foi realizado durante a pandemia de covid-19. Mais de 11 milhões de eleitores são hoje chamados a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde. Se um dos candidatos obtiver mais de metade dos votos validamente expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois mais votados no sufrágio. No boletim de voto constam 14 nomes, incluindo os de Joana Amaral Dias, José Cardoso e Ricardo Sousa, cujas candidaturas não foram aceites pelo Tribunal Constitucional devido a irregularidades processuais. As assembleias de voto para as eleições presidenciais abriram às 08:00 de hoje em Portugal Continental e na Madeira, encerrando às 19:00. Nos Açores, as mesas de voto abrem e encerram uma hora depois em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária. Para o sufrágio de hoje estão inscritos 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021.
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