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Montenegro saúda Trump por "empenho na obtenção da paz"

Lusa 09 de outubro de 2025 às 09:46

Também Paulo Rangel e Marcelo Rebelo de Sousa saudaram o acordo.

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, saudou esta quinta-feira a libertação dos reféns pelo Hamas programada para segunda-feira e felicitou Donald Trump "por este sucesso e por todo o empenho na obtenção da paz no Médio Oriente".
Plano de paz de Trump aguarda reação do Hamas em Gaza AP Photo/Abdel Kareem Hana, file
"Saúdo a libertação dos reféns que todos esperávamos há mais de dois anos e a assinatura do acordo que a permite", afirmou Luís Montenegro na rede social X.
Na mesma publicação, o chefe do Governo felicita o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, "por este sucesso e por todo o empenho na obtenção da paz no Médio Oriente" e sublinha que, "com o cessar-fogo, renasce a esperança".
Já o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, destacou o papel do presidente norte-americano, Donald Trump, para o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, a libertação dos reféns, incluindo portugueses, e o afastamento do movimento islamista Hamas. Em declarações à Lusa, o também ministro de Estado manifestou “alegria” e “alívio”, sobretudo pela libertação de reféns, designadamente dois cidadãos “com ligações a Portugal, embora um, já seguramente, falecido”. “Abre-se aqui caminho para um período de estabilização em que possa chegar ajuda humanitária e começar-se a reconstrução”, disse, salientando que Trump foi “a figura decisiva, no sentido de sentar toda a gente à mesa das negociações”, sem esquecer Qatar, Egito, Arábia Saudita e Turquia. Antes, o Presidente da República já tinha saudado a primeira fase do acordo entre Israel e o Hamas "sobre o regresso de todos os reféns detidos pelo Hamas desde 07 de outubro, incluindo vários de nacionalidade portuguesa". Numa da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa congratula-se com "o estabelecimento de um cessar-fogo em Gaza" que permitirá "o fim da destruição e das mortes de civis e a distribuição urgente de ajuda humanitária".
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