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Buscas por casal de idosos de Montemor-o-Velho retomadas esta segunda-feira com menos meios

Lusa 16 de fevereiro de 2026 às 11:58

O casal, de 68 e 65 anos, residente em Verride, saiu de casa na terça-feira e não regressou, o que motivou o alerta de familiares pelas 19:45 de sexta-feira.

 As buscas para encontrar o casal de idosos do concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra, que está desaparecido desde sexta-feira foram retomadas na manhã desta segunda-feira, mas com menos meios e operacionais.
Buscas prosseguem em Soure CMTV
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Soure, João Paulo Contente, disse à agência Lusa que as buscas de hoje contam com cinco operacionais da corporação e dois veículos, enquanto a GNR confirmou duas patrulhas, com quatro elementos, quando não existam outras ocorrências. O casal, de 68 e 65 anos, residente em Verride, saiu de casa na terça-feira e não regressou, o que motivou o alerta de familiares pelas 19:45 de sexta-feira. As buscas foram iniciadas ainda na sexta-feira e retomadas no sábado de manhã com quatro militares da GNR e cinco operacionais dos Bombeiros Voluntários de Soure, com o apoio de duas viaturas. No domingo, as buscas decorreram com 13 militares da GNR e 18 bombeiros, também com o auxílio de drones, que hoje foram desmobilizados, "na zona de residência e nos trajetos que podiam ter feito". O comandante dos Bombeiros Voluntários de Soure adiantou que as buscas se estendem pelas freguesias de Vinha da Rainha e Samuel, na zona oeste do concelho, que abrange os campos agrícolas de arroz do Vale do Pranto.
Fonte da GNR disse à agência Lusa que agora é preciso deixar baixar as águas no Vale do Mondego para ver se encontram o casal. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.
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