Atrelado com químicos da droga entregue a amigo de Luís Neves à revelia da investigação
Ordem foi dada por Luís Neves, que era à data diretor nacional. Atual chefia da PJ diz que não sabia do desvio da galera. Investigação encontra documentos a autorizar saída.
O atrelado encontrado em instalações do empreiteiro amigo de Luís Neves, ex-diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ) e atual ministro da Administração Interna, tinha produtos químicos utilizados para fabricar droga, como amoníaco, que desapareceram. Ao que o CM apurou, uma das versões que chegou à investigação indica que foi João Carvalho quem se ofereceu para levar o atrelado, que foi apreendido pela PJ num processo de tráfico de droga, do Seixal para Barcelos, depois de outros contactos feitos pela PJ junto de vários prestadores de serviços com vista a retirar o atrelado não terem surtido efeito.
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