22 desafios de 2022
Nuno Rogeiro
03 de janeiro

22 desafios de 2022

É uma lista provisória, não segue por ordem de importância ou de alfabeto, não é só interna nem só externa, e reflete problemas visíveis e invisíveis.

É preciso começar por cá. Não só por causa do Marão e do mando dos que lá estão, mas porque, como nos tsunâmis, é aqui que sentiremos as primeiras vagas. Depois chegam as explicações da ciência, e antes as meras imagens da Meteorologia.

Haverá novas maiorias. Aconteça o que acontecer em 30 de janeiro. Claro que as vantagens podem ser relativas ou absolutas, feitas de um (quase impossível) ou vários partidos, baseadas em acordos de governo ou parlamento, pontuais ou estruturais. No pior dos casos, um executivo minoritário poderá sobreviver só em dias bons. A fazer apenas aquilo que lhe consentem, e a consentir tudo o que lhe façam, às mãos de uma maioria negativa.

E virão novas ideias para a política nacional, regional e local? Não vemos ainda sequer o embrião dos antepassados das mesmas.

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