Era uma vez no Faroeste
João Pereira Coutinho Politólogo, escritor
28 de janeiro

Era uma vez no Faroeste

Quando Costa julgava que tinha enterrado o passado socrático em 2019, abjurando a peçonha e a sua herança, eis que ela surge, robusta e ferina, só para lembrar que não há crimes sem castigos.

SEMPRE QUE ANTÓNIO COSTA estremece nas sondagens, o velho amigo José Sócrates sai do exílio para dar uma ajuda. Normalmente, com uma moca na mão. Já tinha sido assim em 2015: Sócrates lutava “por aquilo que acredita ser a sua verdade”, como disse cinicamente Costa à entrada da prisão de Évora?

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