Só cinco crianças infetadas? Olhe, é baixo risco, fiquem na escola
Sara Capelo
14 de janeiro

Só cinco crianças infetadas? Olhe, é baixo risco, fiquem na escola

Ainda vamos na primeira semana de regresso e este já é o exemplo: faltam os meios de saúde pública, falha a comunicação (e falha, e falha e falha), são prestadas informações inadequadas. Com dois anos em pandemia, já se esperava melhor.

Talvez isto não seja novidade para si, mas é frustrante. Vinte e dois meses de pandemia e contactar os serviços de saúde continua a ser demorado, mesmo quando se exige rapidez para isolar um eventual surto. 

Era terça-feira -- o regresso às escolas ocorrera há apenas 24 horas -- e chegou a primeira mensagem no WhatsApp: no jardim de infância da minha filha, duas funcionárias estavam positivas. Tinham feito os testes de rastreio no início do período e este fora o resultado.

Poucas horas depois, nova mensagem: havia uma criança infetada. E depois mais um, dois, três, quatro... Esta quinta-feira, eram já cinco as crianças que tinham dado positivo depois de uma primeira indicação dos responsáveis pela saúde pública no Barreiro para que os colegas se fossem testar. 

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