Rio e João (um deles), era uma vez uma parábola futebolística
António José Vilela Diretor-adjunto
12 de janeiro

Rio e João (um deles), era uma vez uma parábola futebolística

O treinador social democrata foi fazer uma peladinha, porque sabe que o jogo com o improvisado treinador adjunto comunista não conta grande coisa para chegar a líder do campeonato.

No átrio do edifício da SIC, João Oliveira, um dos treinadores adjuntos recentemente escolhidos por lesão do histórico líder dos jogadores comunistas, foi parco em palavras ao jornalista Mestre. Nem tirou a máscara P2, não fosse o Diabo tecê-las. Medo da Covid, não pareceu. A partida aproximava-se e a tática do clube pequenino tinha de ser preservada. Disse que estava ali para trabalhar, que não se aconselhara com o veterano líder e pouco mais. Pareceu uma estafada conferência de imprensa da bola.

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