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Ben-Gvir: o homem que levou o kahanismo ao centro do poder em Israel

Rejeitado pelo Exército, condenado por incitação ao racismo e apoio a uma organização terrorista, o ministro israelita transformou-se numa das figuras mais influentes do Governo de Benjamin Netanyahu.

Em agosto deste ano, durante uma conversa gravada para o – israelita mantido refém em Gaza durante mais de dois anos – Itamar Ben-Gvir defendeu que Israel deveria matar “30 a 40” pessoas na Faixa de Gaza todas as noites através de assassínios seletivos. O objetivo, explicou, não seria apenas atingir militantes que representassem uma ameaça imediata. Segundo a , o ministro afirmou que há habitantes de Gaza que “não merecem viver”, defendeu a reocupação e a construção de colonatos no território e voltou a propor a saída do maior número possível de palestinianos.

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